Sexta, 13 Mai 2022 12:11

Cinco maneiras de acessar as origens de sua família em SP

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Cinco maneiras de acessar as origens de sua família em SP Foto: pt whikipedia.org

O Dia Internacional dos Museus é realizado anualmente no dia 18 de maio, iniciativa do Conselho Internacional de Museus (Icom). Desde 1977, o papel da data é conscientizar sobre a importância dos museus para o desenvolvimento da sociedade.  A cidade de São Paulo é repleta de museus para todos os gostos e bolsos. São tantas opções que é até difícil conhecer tudo que a cidade oferece.

A cultura e o povo de São Paulo são extremamente diversos, reflexo do nosso passado que conta com diversos povos em nossas origens. Como no restante do país, os primeiros e principais grupos que chegaram foram portugueses, espanhóis, italianos, alemães, turcos, libaneses e japoneses, que enriqueceram nossa cultura em diversas áreas. Uma parte importante da ancestralidade do paulistano também é negra, resultado da chegada dos africanos escravos - sendo a escravidão, o capítulo mais infeliz da nossa história.

Muitos costumes e tradições desses povos moldaram o DNA paulistano e até hoje fazem parte do nosso cotidiano. Se você tem interesse em descobrir quais povos estão presentes no seu DNA, o meu DNA Origens é o teste de ancestralidade para as pessoas saberem mais de onde vieram. Ele identifica marcadores genéticos do DNA de cada pessoa e compara-os com os marcadores característicos de diferentes povos. O teste conta com uma base de dados de 88 populações do mundo e identifica ancestralidades que podem ter origem de até oito gerações anteriores, o equivalente aos bisavós dos tataravós.

Nos resultados do teste são disponibilizados relatórios personalizados que contam mais detalhes sobre os povos e a história da chegada deles ao Brasil. Após descobrir tudo isso, você provavelmente vai sentir vontade de se conectar ainda mais com os seus antepassados, por isso, listamos 5 museus para você conhecer detalhadamente as histórias dos imigrantes sem sair de São Paulo.

 Localizado na Mooca, o Museu da Imigração do Estado de São Paulo é uma instituição pública vinculada à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, fundada em 1993. O museu preserva a memória das pessoas que chegaram ao Brasil pela Hospedaria de Imigrantes e o relacionamento construído ao longo dos anos, além de valorizar o encontro das diversas histórias e origens, propondo reflexões sobre as condições de viagem, adaptação em um novo país e contribuição para a formação da identidade paulista.

 Desde 2004, o Museu Afro Brasil é um museu histórico, artístico e etnológico, focado em pesquisa, conservação e exposição de objetos relacionados ao universo cultural do negro no Brasil. Com mais de 6 mil obras, o acervo está localizado dentro do Parque Ibirapuera e engloba diversas facetas dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como religião, trabalho, arte, escravidão, entre outros temas que nos remetem à trajetória histórica e influências africanas na sociedade brasileira. 

 O Museu Judaico de São Paulo é o primeiro museu sobre história judaica da cidade, inaugurado em 2021. O edifício em que está localizado o museu, na Bela Vista, é a antiga Sinagoga Beth-El, projetada e construída por Samuel Roder entre 1927 e 1932. O museu cultiva as expressões, histórias, memórias, tradições e valores da cultura judaica relacionados ao contexto brasileiro.

 Inaugurado em 1978, o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil fica no bairro da Liberdade e foi idealizado pelos imigrantes pioneiros preocupados em preservar e transmitir sua história às gerações seguintes. Tem um acervo de mais de 97 mil itens pertencentes aos imigrantes japoneses, como documentos, fotos, jornais, filmes, livros, revistas, utensílios, roupas, entre outros.

 O Museu Xingu é uma exposição permanente de artefatos indígenas que pertencia aos Irmãos Villas-Bôas, que integraram a Expedição Roncador-Xingu e documentaram a presença histórica das nações indígenas do Brasil. Criado em 2012, o museu é abrigado pela Casa Amarela, no Jardim Paulista. Ele reúne objetos realizados com pena, argila, madeira e fibra.

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