• José Maria Cancelliero
  • Palmiro Mennucci
  • Sólon Borges dos Reis
  • Joaquim Silvério_
  • Arnaldo Laurindo
  • Licínio Carpinelli
  • Genésio de Almeida Moura
  • Sud Mennucci_
  • Cymbelino de Freitas

Presidentes

2009

JOSÉ MARIA CANCELLIERO - 2009 / Atual

Assumiu a presidência interinamente em 2009, quando faleceu o então titular Palmiro Mennucci. Em 2010, ano de eleições da entidade, foi escolhido efetivamente para o cargo, cujo mandato é de 5 anos. Em 2016, foi reeleito presidente por mais 5 anos. No comando administrativo, reformulou o prédio da Sede Central; instalou elevador para pessoas com mobilidade reduzida e conquistou junto à prefeitura um semáforo à frente da entidade, o que facilitou a locomoção de associados; além disso, reformou todas as Colônias de Férias, também preocupado com acessibilidade de bem-estar dos usuários. Investiu em comunicação e informação de qualidade para os sócios, criando a Secretaria de Comunicação, departamento que concentra a TV e Rádio Web CPP, o Portal da entidade, o Jornal dos Professores e redes sociais. Viabilizou ainda o Guia CPP, veículo impresso que reúne todas as informações da instituição. Professor normalista, teve sólida carreira no magistério, na qual se aposentou como supervisor de ensino.

1997

PALMIRO MENNUCCI - 1997 / 2009

Articulado personagem da história do CPP, dedicou a vida profissional inteiramente à entidade, em contato diário com os presidentes, exceção do primeiro. Começou a trajetória ainda adolescente, como mensageiro. Tempos depois, tornou-se Diretor Geral Administrativo, função exercida até a posse da presidência. O traço da gestão foi “sempre mais para o associado”. Antes do segundo mandato, elevou para 88 o número de Sedes Regionais e para 8 o de Colônias de Férias. Na capital, instalou 5 Subsedes (norte, sul, leste, centro-leste e oeste) e fundou em prédio próprio a Clínica Médica, além de um clube recreativo-esportivo e um alojamento para sócios do interior. Inaugurou farmácia e central de cursos artísticos e culturais na Sede Administrativa, assim como incentivou o Coral Mestras Cantoras e o avanço do Instituto de Estudos Educacionais Sud Mennucci.

1957

SÓLON BORGES DOS REIS - 1957 / 1997

Reconhecido como o mais emblemático dos presidentes do CPP, isso porque esteve quatro décadas no comando da entidade, além de exercer diversos cargos na condição de educador, parlamentar e dirigente de órgãos públicos. Desenvolveu trabalhos como jornalista, rotariano e acadêmico e missões na circunstância de conferencista, organizador de certames e chefe de delegações educacionais e culturais, no Brasil e exterior. Normalista e bacharel em Pedagogia e Direito, com curso de Sociologia e Política, foi docente e diretor de escola primária, secundária e normal, lecionando ainda no ensino superior. Na entidade, administrou a construção do edifício da atual Sede Central; a instalação de uma sucursal na região central da capital paulista; de Sedes Regionais em 69 cidades do estado e mais quatro Colônias de Férias. Criou o Jornal dos Professores e ampliou a publicidade do CPP, idealizou os alicerces de um coral cepepista e instalou em sede própria o Instituto de Estudos Educacionais Sud Mennucci, que abriga a memória do CPP. Cabe ressaltar que esses esforços estiveram o tempo todo a serviço da educação do povo – somente que, segundo ele, “pode levar o Brasil a um grande destino”.

1952

JOAQUIM SILVÉRIO GOMES DOS REIS - 1952 / 1957

A gestão caracterizou-se pela ampliação e aperfeiçoamento das medidas desenvolvidas, com serviços adotados e conquistados pelos antecessores em favor da entidade e dos associados. O número de sócios ultrapassou 10 mil e a reforma da sede própria foi concluída, o que permitiu maior programação social. Houve contratação de profissionais da medicina e do direito, ampliando os serviços de atendimentos médico e jurídico. Não obstante, prestigiou a melhoria progressiva da Colônia de Férias, a manutenção da residência do professor e a publicação e distribuição da Revista do Professor, criada em 1934. Diplomou-se por escola normal oficial tradicional, que o levou a exercer todos os cargos do magistério elementar, de professor substituto de escola rural a delegado regional de ensino. Foi também deputado estadual, com plataforma reivindicatória aplaudida pelo professorado.

1949

ARNALDO LAURINDO - 1949 / 1952

Eleito em momento de calma, solidez e confiança para o CPP, quando prestígio, corpo associativo e finanças cresciam e favoreciam os objetivos da entidade, recebeu a tarefa de estabelecer novos empreendimentos. Assim, percebendo o anseio de professores por espaços à beira-mar, que pudessem dispor de entretenimento e repouso da fadiga escolar, adquiriu um prédio em Mongaguá, litoral sul do estado. Foi construída então a primeira Colônia de Férias para os associados e familiares. Ainda na administração dele, garantiu a publicação da Revista do Professor e conquistou a isenção de impostos para a recente residência do professor. Foi professor e diretor de escolas primárias rurais e de estabelecimentos de ensino profissional, além de deputado estadual por várias legislaturas.

1948

LICÍNIO CARPINELLI - 1948 / 1949

Com foco na Procuradoria da entidade, a gestão se voltou à formação de uma equipe permanente de servidores do setor Expediente, especializada em interesses funcionais dos associados. À época, estando concentradas na capital paulista as Secretarias de Estado e os departamentos a elas subordinados, era complicado para professores do interior manter a ordem burocrática de suas vidas profissionais, como ingresso à aposentadoria, o que mudou com a referida equipe do CPP. Professor normalista, exerceu no magistério primário todos os cargos, de docente a delegado regional de ensino. Em outra área, destacou-se como Diretor do Material da Secretaria de Educação.

1948

GENÉSIO DE ALMEIDA MOURA

Ocupou a presidência provisoriamente, em razão do falecimento do titular, por poucos meses. Manteve a estabilidade e segurança do patrimônio da instituição, conferindo firmeza de ânimo aos dirigentes e associados. O curto mandato ocorreu porque, embora fosse um dos fundadores, as responsabilidades de Ministro do Tribunal de Contas do Estado e de Catedrático da prestigiosa Escola Superior de Jurisprudência não permitiram mais tempo no comando “cepepista”. Autoconfiança, refinamento e proficiência marcaram a administração. Professor normalista e bacharel em Direito, atuou no magistério como docente técnico de ensino e diretor. Livre-docente, foi titular da cadeira de Direito Constitucional da Faculdade de Direito de São Paulo.

1931

SUD MENNUCCI - 1931 / 1948

Intelectual reconhecido, idealizou a entidade, tanto que a presidiu por 17 anos. Participou da administração pública, exercendo os cargos de Delegado Regional de Ensino e Diretor Geral do Departamento de Educação. Foi também professor-adjunto do magistério elementar, além de jornalista defensor da educação. Lançou obras como “A Crise Brasileira da Educação”, sua maior e laureada publicação, e “O Pensamento de Alberto Torres”, seu inspirador na defesa do ruralismo. Em 1931, assumiu efetivamente a direção da Imprensa Oficial do Estado. No mesmo ano, elegeu-se presidente do CPP, contribuindo para a concretização da mais importante associação de classe de professores na América Latina. Criou a Revista do Professor e faleceu durante o mandato.

1930

CYMBELINO DE FREITAS - 1930 / 1931

Um dos fundadores da entidade, responsável pelo nome “Centro do Professorado Paulista”. O período de administração interina foi decisivo para a instituição, visto que trabalhou intensamente na conquista de sócios em todo o território paulista. Com anuência do governo estadual, diante do desejo de professores por uma organização a serviço da categoria, obteve êxito da Fazenda no que diz respeito ao desconto em folha das mensalidades de associados – ações que garantiram ao sucessor uma entidade consolidada. Seguiu carreira no magistério estadual, passando de professor de zona rural a inspetor escolar. Quando aposentado, ajudou a fundar a Associação Paulista de Belas Artes, que presidiu por mais de 20 anos.