Sexta, 19 Novembro 2021 11:57

Volta do Iamspe em Limeira está prevista para 2022

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Volta do Iamspe em Limeira está prevista para 2022 Foto: Divulgação

O Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) está previsto para retomar os atendimentos em Limeira em 2022, é o que informa matéria publicada nesta quinta-feira (18) pelo Jornal Gazeta de Limeira. Há pelo menos dois anos, os cerca de 8 mil conveniados do Instituto por Limeira não têm atendimento.


As tratativas para o retorno do Iamspe à cidade são lideradas pelo deputado estadual Murilo Félix (Podemos) que já conversou com Wilson Modesto Pollara (superintendende do órgão) e com José Roberto Picinini (provedor da Santa Casa). Em reunião com o superintendente do órgão, além da regularização da pendência, Murilo Félix pediu também o aumento do teto para o hospital.


Com o objetivo de auxiliar a retomada do atendimento para oito mil beneficiários do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) em Limeira, o deputado estadual Murilo Félix (Podemos) se reuniu ontem com o superintendente do órgão, o médico Wilson Modesto Pollara. O encontro terminou com avanço das tratativas para a volta do atendimento do convênio na cidade, prevista para o início de 2022.  "Essas pessoas merecem uma reposta rápida porque a saúde é prioridade", diz Murilo. Na semana passada Murilo se reuniu com o provedor da Santa Casa, José Roberto Piccini, que ressaltou o principal entrave da questão: o atraso no pagamento de R$ 600 mil que deveria ser feito pelo Iamspe. “Ele demonstrou interesse na retomada, mas citou a necessidade de regularização da pendência. O superintende do Iamspe afirmou esse compromisso, mediante assinatura de novo convênio", explicou o deputado.

Murilo reiterou que é procurado com frequência por servidores estaduais que pagam pelos serviços oferecidos pelo instituto, mas relatam problemas de atendimentos em Limeira, além da necessidade de deslocamentos para outras cidades por várias vezes, pois, além de consultas, é necessária a realização de diversos exames médicos.

Conforme a Gazeta já havia mostrado, há reclamações de pacientes conveniados pelo Iamspe. Uma delas, é Rita Oliveira de Souza, de 64 anos, é aposentada e relatou que sente falta do atendimento na cidade. Na semana passada, por exemplo, ela pagou R$ 250 em uma consulta com cardiologista para a mãe. “Meus pais e meu marido são agregados no meu convênio. Por diversas vezes precisei de exames e especialistas e tive que gastar muito dinheiro. Meu marido passou por um tratamento médico que também custou caro.  Se o Iamspe voltar a atender na cidade ficaremos muito gratos, principalmente agora, devido a nossa idade”, diz. Outra reclamação é da oficial estadual de trânsito, Roberta Person. “Era bem mais fácil quando as consultas e exames podiam ser feitas aqui. No momento estou precisando de uma cirurgia de vesícula e para mim é uma luta ter que ir constantemente a São Paulo para o tratamento. É tudo muito demorado. Tive que abrir uma reclamação na ouvidoria para ser atendida por um cirurgião. Estamos pedindo socorro é uma vergonha tudo isso. Sinto que estamos perdendo nossa dignidade”, desabafa.


NEGOCIAÇÕES

O deputado pediu também a Pollara o aumento do teto para o hospital e também teve uma resposta positiva. Murilo ainda citou na reunião a possibilidade de envio de mais recursos por meio de emendas parlamentares para que o impasse seja resolvido em caráter definitivo. "A conversa  avançou e agora levarei a proposta ao provedor da Santa Casa para que, no início do próximo ano, o atendimento seja retomado", acrescenta.


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