Afinal, o professor para atingir o ápice salarial precisará passar por inúmeras provas durante a sua vida profissional. A primeira, para começar a ministrar aulas no estado, como professor temporário; a segunda, para se tornar efetivo; e as subsequentes, para participar das provas mérito.
Se pretender ser coordenador, diretor ou supervisor terá mais algumas provas pela frente. E, claro, se for aprovado em todos os certames, o que não é fácil, pois a nota de corte vai sempre subindo.
O Professor Silvio dos Santos Martins, por achar tudo isso um absurdo, fala no quadro desta semana “Por Dentro do Assunto”, a sua opinião pelos resultados até agora obtidos, e a sua total inutilidade como meio de valorização dos professores e motivação para que os jovens procurassem a carreira do magistério.
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Secom/CPP

De nada adianta fazer concurso, se os salários não compensarem o investimento efetuado na formação inicial e toda a qualificação que precisamos manter durante a vida profissional. Talvez por isso, poucos assumem o cargo e, cada vez menos jovens recém formados se interessam pela carreira do magistério.
CONCORDO PLENAMENTE QUE ESSA PROVA MÉRITO SEJA UMA INUTILIDADE. TANTO É QUE NUNCA ME INSCREVI PARA
NENHUMA E NEM PRETENDO, ACHO UM DESRESPEITO, UMA SITUAÇÃO HUMILHANTE. EU RECUSO-ME A SUJEITAR A ISSO. PRINCIPALMENTE POR ESTAR EM FINAL DE CARREIRA, SENDO QUE JÁ ATUO HÁ 27 ANOS. ENFIM, A CADA ANO QUE PASSA , NOS EDUCADORES ESTAMOS DESVALORIZADOS PELO GOVERNANTES E PERANTE A SOCIEDADE.
Tenho 10 anos de magistério, mas apenas 4 como efetiva e por esta razão não posso fazer prova de mérito…o Estado não considera o tempo de experiência e sim o tempo que o professor trabalha na mesma escola. Jogada bem desleal…