
A primeira edição do Currículo de Educação Digital e Midiática foi publicado pela Seduc-SP nos últimos dias de 2025.
O documento passa a integrar o Currículo Paulista e deve orientar o trabalho pedagógico da educação básica.
A proposta integra mídia e a tecnologia no cotidiano, e visa ajudar os estudantes a reconhecerem esses papéis de maneira crítica e ética.
A consulta pública feita antes da consolidação do documento ouviu professionais da educação, gestores, estudantes e representantes da sociedade civil.
De acordo com o documento, os alunos dos anos iniciais do ensino fundamental ampliarão o contato com linguagens digitais, desenvolverão pensamento computacional e vão reconhecer práticas seguras para uso das tecnologias.
Já os estudantes dos anos finais do ensino fundamental vão aprofundar a análise crítica das mídias, compreenderão produção colaborativa de conteúdos e farão reflexões sobre o impacto das redes sociais.
Os alunos do ensino médio vão pensar sobre como ser protagonistas diante das tecnologias, aprendendo a verificar fontes, fazer leitura crítica de notícias, discutir sobre inteligência artificial, algoritmos, ética digital e mercado de trabalho.

Se não bastasse a infinidade de críticas sobre essa enxurrada de aplicativos que, além de menosprezar o papel dos professores, não despertam o mínimo interesse do alunado, o amigo do mercado continua com a sua meta de transformar a educação em nercadoria a serviço dos interesses lucrativos. Quando é que teremos deputados que não se vendem para o governo e, com isso ocorrer uma CPI para investigar o quanto foi despejado nesses aplicativos e quem foram os favorecidos. Pois, uma certeza nós temos, ou seja, a educação paulista continua muito atrás de outros estados com muito menos recursos.