Em uma época que a tecnologia viabiliza o uso de recursos para direcionar conteúdos, exercícios e avaliações conforme o nível de conhecimento e habilidade de cada aluno, não faz mais sentido pensar a educação sem que se possa diferenciar o ensino de acordo com as diferentes necessidades que existem entre os alunos. Porém, nesse cenário, o papel e a importância do professor podem parecer ficar em segundo plano. Essa percepção, além de não ser real, esconde o enorme potencial de valorização do professor e de melhoria do processo de ensino-aprendizagem. Vamos analisar isso mais de perto: a importância da diferenciação de ensino.
 

A Diferenciação de ensino, como já tratada no Porvir, considera que os alunos são diferentes entre si e que os professores devem considerar essas diferenças para planejar, ministrar e avaliar aulas de modo que todos os alunos atinjam os objetivos de aprendizagem. O professor deve ser capaz de identificar que, dentre a diversidade de interesses, aptidões e perfis de aprendizagem em sala de aula, existem “grupos” de alunos com características semelhantes entre si. Para que todos os alunos atinjam os objetivos de aprendizagem, o professor utiliza diferentes estratégias didáticas conforme os diferentes “grupos” que ele concebeu e orientou.
 

A tecnologia é um grande facilitador da diferenciação de ensino, principalmente através das plataformas adaptativas.  Essas plataformas oferecem diferentes roteiros de conteúdo, exercícios e avaliações de acordo com os resultados que alunos atingem em atividades dinâmicas com testes, vídeos, games, entre outros. Por trás dessa oferta diferenciada de roteiro de atividades, existe uma inteligência e uma agilidade computacional que professores não conseguem oferecer sem tecnologia e que são extremamente valiosas para se endereçar algumas das diferenças normais que se tem em qualquer sala de aula.
 

Fonte: Porvir