Fotos: divulgação

Em 2 de julho, no Espírito Santo, a mídia chamava a atenção para mais uma a tragédia: “Jovem morre eletrocutado ao tentar pegar pipa presa em fio de alta tensão”. Não foi o primeiro e, provavelmente, ainda não será o último acidente. A pipa, também chamada de papagaio, pandorga ou raia é um dos brinquedos mais populares no Brasil. 
 

Fácil e barata de fazer, a pipa é uma diversão para qualquer época do ano. Todo mundo sabe que é uma delícia empinar pipa. Entretanto, em meio a essa diversão há um risco muito sério: a rede elétrica.
 

Para chamar atenção para o perigo, um evento de proporção extraordinária tomou conta do céu de Guarulhos na manhã de 21 de junho. O projeto “Brincando com Pipas”, promovido pela EDP em São Paulo, com apoio do Instituto EDP, e pela Evoluir – Educação Transformadora.
 

Cerca de 500 pipas, criadas por alunos de cinco escolas da Rede Municipal de Ensino de Guarulhos, estimulavam o uso da pipa com criatividade e segurança, por meio de uma “Revoada de Pipas”.
 

Os estudantes tiveram oportunidade de ouvir palestras ministrados por eletricistas da EDP e aulas semanais com educadores de campo da Evoluir, quando são desenvolvidas atividades interdisciplinares do plano pedagógico criado para o projeto.
 

Para André Medeiros, Analista de sustentabilidade do Instituto EDP, “o professor é o agente primordial  na disseminação do conceito de segurança”. O EDP tem uma trajetória de sucesso apoiado em projetos em diversas áreas, como educação, cultura e esporte. Responsável por investimentos e iniciativas sociais em favor da educação, desenvolvimento e sustentabilidade.
 

O professor é de fundamental importância. No projeto “Brincando com Pipas” o papel do docente é nos ajudar a disseminar conhecimento em relação à segurança e à energia elétrica. “Acreditamos que por meio da escola conseguimos disseminar a cultura da segurança em relação à energia elétrica para que o aluno receba essa informação e a coloque em prática. Por ser um agente transformador da escola, o Instituto EDP valoriza muito o professor”, diz Medeiros.
 

Ele deixa dicas para serem trabalhadas em sala de aula, para que o aluno brinque de forma segura.
 

– Colocar a vida sempre em primeiro lugar;
– Encontrar áreas seguras para brincar, longe da rede elétrica;
– Nada de usar cerol (mistura de vidro, cola e outros ingredientes) – e tampouco a linha chilena, feita a partir de quartzo, capaz de cortar quatro vezes mais do que o cerol.
 

Acesse o site e conheça os projetos educacionais e como entrar em contato com do Instituto EDP.


Irene Silva coordena o projeto “Brincando com Pipas”, da Evoluir – Educação Transformadora. Segundo a coordenadora, “a ideia do projeto é estimular o protagonismo infantil, a autonomia, desenvolver habilidades sócio-emocionais e cognitivas”.

“A maneira que encontramos para que as informações cheguem às crianças é por meio de um plano pedagógico com 16 atividades para que os professores trabalhem dentro da sala de aula com os alunos. Os professores têm um encontro de quatro horas para a formação”, afirma Irene.
 

Na sequência, a escola recebe um educador para acompanhar o docente em sala de aula. Além de estimularmos as crianças a brincarem com segurança, estimulamos a ler, a escrever e a ter contato com eletricistas, para conhecerem o funcionamento da rede elétrica, por meio de palestras. Enfim, por meio da pipa os alunos aprendem matérias da rede curricular, como história, ciência, geografia e matemática, de forma lúdica, e também outros conteúdos extracurriculares, como criar e executar projetos para comunidade.
 

Nossa metodologia está embasada em celebrar aquilo que foi aprendido. A Evoluir está há mais de 20 no mercados educacional e editorial em 70 municípios em todo o País.
 

Para contá-los e conhecer o projeto basta acessar o site. O e-mail é ola@evoluir.com.br