
O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, afirmou que “a ideia de universidade para todos não existe” e que as instituições de ensino superior deveriam ser reservadas para uma elite intelectual.
Em entrevista ao jornal Valor Econômico, publicada nesta segunda-feira (28), Vélez disse que não faz sentido um advogado estudar anos para virar motorista de Uber. “Nada contra o Uber, mas este cidadão poderia ter evitado perder anos estudando legislação”.
A análise é fundamentada na tese de que cursos técnicos podem proporcionar retorno financeiro maior e mais imediato do que o da graduação.
O novo comandante do Ministério da Educação (MEC) falou sobre possível alteração de pontos da reforma do Ensino Médio, enfatizando foco no ensino técnico para inserir jovens mais rapidamente no mercado de trabalho.
Ele ainda reforçou que não há estudo para cobrança de mensalidade em universidades públicas, apesar da necessidade de reorganizar os orçamentos das instituições de ensino. Ele também defendeu enxugamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), iniciado na gestão Temer.
Veja a entrevista na íntegra aqui.

Ouvir isso da boca de um ministro de Estado não merece cometários.
Foi o governo que escolhemos e vamos pagar por isso.
Retrocesso total!
Em um governo que tem como o comandante máximo um capitão raso, que sofre de uma diarreia cerebral cronica, jamais iriamos pensar que seus assessores diretos também não sofressem da mesma doença. Somente queria que esse maluco que nem mesmo brasileiro é, tivesse a coragem de explicar como é que os desprovidos de inteligência e intelectualidade que formam esse governo, do qual ele também faz parte, conseguiram, alguns se formarem, já que sabemos que muitos dos políticos dessa nossa podre politica, são portadores de diplomas falsos ou comprados, ou seja, possuem um diploma de curso superior sem nem mesmo nunca ter entrado em uma sala de aula de uma universidade ou faculdade.
Parabéns, ministro.
Infelizmente dizer o óbvio espanta e ofende hoje em dia.
É necessário que o país alcance um nível de desenvolvimento que permita inserir os profissionais com formação universitária no mercado de trabalho. Infelizmente, muito dos graduados ficam fora do mercado e precisam recorrer a atividades que lhes garantam uma remuneração para que possam, pelo menos, garantir o mínimo para o sustento da família. Fico triste ao ver colegas engenheiros trabalhando de UBER. Não desmerecendo quem vive dessa atividade mas ninguém estuda engenharia para passar o dia inteiro sentado dirigindo um veículo.