Professores aderiram paralisação em 70% das escolas e alunos ficam sem aulas

Os servidores municipais de São Paulo estão em greve há duas semanas. Eles pedem a revogação da Reforma da Previdência aprovada pelos vereadores em 6 de dezembro do ano passado e sancionada pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) no dia seguinte. A categoria dos professores foi a que mais aderiu à paralisação.

A greve dos professores começou em 4 de fevereiro, dia oficial da volta às aulas na rede municipal. Algumas escolas funcionaram parcialmente e outras nem chegaram a abrir. Com a Reforma da Previdência, a contribuição dos servidores municipais sobe de 11% para 14%.
 
O Sindicato dos Servidores disse que 70% das escolas que são administradas pela Prefeitura estão em greve total ou parcial. Em nota, a Secretaria Municipal de Educação disse que já contratou professores temporários para manter o atendimento na unidade de ensino citada. Além disso, a pasta garantiu que os 200 dias letivos serão cumpridos e que os cronogramas de reposição serão discutidos com a comunidade escolar.
 
Fonte: G1