
Decisões judiciais impediram votação às pressas por parte de aliados do governo
Líderes de partidos na Assembleia Legislativa de São Paulo já admitem que a reforma da Previdência proposta por João Doria (PSDB) deve ficar para o ano que vem. Decisões judiciais, que passaram pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e pelo Supremo Tribunal Federal, derrotaram os planos do governo, que queria aprovar imediatamente as mudanças.
Os aliados do governador, de acordo com o jornal Folha de São Paulo, lamentam e temem que a votação seja contaminada com a eleição municipal, além do tempo maior para a mobilização de servidores públicos contra a proposta.
A avaliação de que a votação ficou para fevereiro é feita tanto entre apoiadores das mudanças na aposentadoria como entre opositores da reforma.
Isso porque o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, deu cinco dias para manifestação das partes em ação proposta pelo PT e que suspendeu a votação do tema.
O deputado Emídio de Souza (PT), que é contra a reforma, deve se manifestar apenas no fim do dia 19, horas antes de o Judiciário entrar em recesso. Os parlamentares acreditam ser improvável que haja decisão durante o plantão judicial.
Cronologicamente, ainda daria tempo de votar a reforma neste ano se uma decisão favorável saísse antes da noite de segunda (16), mas governistas acham esse cenário improvável.
A Assembleia, comandada pelo tucano Cauê Macris, aliado de Doria, esperava deliberação rápida do Tribunal de Justiça, onde Emídio entrou com ação na sexta (6) propondo a paralisação da tramitação e obteve sucesso.
Como o TJ não correspondeu, Macris recorreu ao STF, que também frustrou a expectativa dos tucanos.
Fonte: Folha de São Paulo, coluna Painel

Quero saber se quem já tem todos os requisitos e já tem o processo protocolado no SPPREV (mais de 90 dias), e aguardando sair aposentadoria em D.O , também corre o risco de perder os direitos adquiridos?
Obrigada!
CPP: encaminhado à Procuradoria. Aguarde retorno por e-mail. Att