
Uma carreata denominada “A força que vem do interior – #ForaDoria”, em favor de abertura de impeachment do governador João Doria (PSDB), foi organizada em 20 de novembro, levando diversos veículos às principais ruas da cidade. Um número expressivo de professores e servidores estaduais compareceu ao protesto, incentivado e organizado pela Sede Regional Adamantina em parceria com a Apampesp (Associação dos Professores Aposentados do Magistério Público do Estado de São Paulo). A convocação da manifestação foi assinada também pelas regionais de Panorama, Dracena e Osvaldo Cruz.
A carreata respeitou todas as normas de saúde recomendadas pelas autoridades, sem aglomeração. Foi permitido carro de som e veículos decorados com adesivos, bandeiras e bexigas. Os ocupantes usaram cartazes e apitos em protesto aos descontos previdenciários do Decreto 65.021/20, que aumentou a cobrança de contribuição previdenciária junto aos servidores estaduais. O ato também foi contrário ao aumento na contribuição do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo).
“Sem aumento salarial há 6 anos, fomos presenteados com mais descontos. Diante disso, a categoria do magistério sentiu a necessidade de demonstrar total desagrado quanto às decisões arbitrárias de quem deveria vislumbrar um futuro melhor aos que já contribuíram com tanta grandeza a São Paulo, por meio da educação ou de qualquer outra nobre área de atuação no funcionalismo público”, disse Marlene Esteves, diretora local.
A Apampesp também se manifestou sobre o tema. “Em um momento tão delicado quanto o de uma pandemia, é inaceitável que o governador jogue nas costas dos aposentados a responsabilidade das contas da Previdência do Estado. Vale destacar que o grupo mais afetado pela quarentena e mais necessitado de ter os recursos preservados são os idosos.”

Parabéns, colegas de Adamantina e região da Alta Paulista. Vocês nos deram um belo de exemplo de luta e de cidadania.
Com a semente lançada, esperamos que todas as regiões do Estado de São Paulo façam o mesmo: exigir a saída de um desgovernador-ditador
que não tem o mínimo de respeito para com os funcionários públicos paulistas.
ESTÁ NA HORA DOS EDUCADORES E FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS PAULISTAS SE OPOREM – COM DETERMINAÇÃO – CONTRA A POLÍTICA NEOLIBERAL E CORRUPTA DA DINASTIA TUCANA. A TAL CRUEL POLÍTICA QUE PREGA “O ESTADO MÍNIMO”.-