
O grupo ‘Juntos Somos Mais Fortes’ — que congrega as entidades do magistério paulista (CPP, Apeoesp, Apase, Afuse, Apampesp e Udemo) — manifestam-se contra o Programa de Ensino Integral (PEI), proposto pelo governador João Doria (PSDB) de forma discriminatória. A medida desconsidera os conselhos de escola e a vontade das comunidades. A decisão do grupo de publicar um posicionamento oficial foi tomada nesta terça-feira (11), em reunião extraordinária das entidades.
Segundo a professora Maria Lúcia de Almeida, terceira vice-presidente do CPP, é inadmissível o que o governo quer. “Ele atrai o docente pela gratificação dos 75%, que não é incorporada ao salário-base. O professor deixa de ser efetivo para ser contratado, perdendo todas as garantias que conseguiu dentro da carreira do magistério. Ele quer devastar a carreira. Todos os professores e profissionais da Educação serão afetados. Não podemos deixar. Temos que lutar contra esse absurdo”, afirma.
Veja o manifesto das seis entidades que compõem o grupo ‘Juntos Somos Mais Fortes”.


Sou da Integral e não deixei de ser Efetivo….. CPP é uma instituição série por gentileza passem a informação correta. Não combina com com o CPP
. O professor deixa de ser efetivo para ser contratado, perdendo todas as garantias que conseguiu dentro da carreira do magistério.
Bom dia! Onde encontro esta legislação? Gostaria de entendê-la melhor.
Obrigada.
queremos mais explicações sobre o assunto CPP.
O professor deixa de ser efetivo no perfil PEI. Se este for mal avaliado:faltas, licenças, critérios subjetivos de avaliação, será indicado a deixar a escola, um dos atributos da efetividade, deixa de existir.