Construir uma sociedade independente, livre e democrática passa pela qualidade da educação que todos recebem desde a infância. É nisso que a indústria acredita. Por isso investe m escolas que têm como prioridade o cidadão. Escolas que unem o ensino à arte, à música, ao teatro, ao esporte e à ciência. Nós acreditamos que a educação só é completa quando o cidadão tem a oportunidade de conhecer outras expressões de arte, pois elas trazem conhecimento e estimulam as pessoas a fazer diferente, a ousar, a criar.
Quando formamos a Orquestra Filarmônica Bachiana Sesi-SP, regida pelo maestro João Carlos Martins, levamos à população a oportunidade de ver os mais variados concertos de música clássica. Foi um estrondoso sucesso. Só em 2012, a orquestra foi vista por mais de três milhões de pessoas.
Nos teatros e anfiteatros das escolas do Sesi-SP, sempre estimulamos as apresentações de grupos profissionais e amadores que pudessem disseminar cultura e informação entre nossos alunos.
Dentro dessa filosofia, criamos o Projeto Educacional Sesi-SP em Teatro Musical, com o objetivo de oferecer aos alunos oficinas de vivência, capacitar atores para os musicais e também formar plateia para espetáculos deste gênero.
A estreia do musical “A Madrinha Embriagada”, dirigido por Miguel Falabella, no sábado passado, veio coroar esse importante movimento da indústria para oferecer à população o que há de melhor em cultura.
Durante 11 meses, mais de 150 mil pessoas poderão ver gratuitamente a um espetáculo que até agora estava restrito apenas aos que podiam pagar. Estamos mudando este cenário. Agora os musicais estarão ao alcance de todos. Isso é democratizar a cultura! Você é nosso convidado. Acesse o site www.sesisp.org.br/ingressomadrinha e reserve o seu ingresso.
Ponto de vista de Paulo Skaf é o presidente da Fiesp/Ciesp (Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo).
SECOM/CPP

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DEMOCRATIZAÇÃO DA CULTURA
A definição de cultura evoluiu com o passar dos anos e as mudanças econômicas
e sociais enfrentadas pelas nações. Da mesma forma, a incidência de uma ou outra
política cultural na história da humanidade esteve sempre relacionada a diversos fatores,
como a forma de governo e a ideologia defendida pela administração estatal. Ditaduras,
governos democráticos, socialistas ou liberais entendem o investimento no setor de
forma diferente. A necessidade de implantação de políticas públicas que tenham como
objetivo o fortalecimento da cidadania e a inclusão social surge de uma dimensão que
considera que todos os indivíduos, e não apenas os artistas, são sujeitos e produtores
culturais, e, por isso, devem ser o foco de atividades e projetos da administração
governamental.
PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME