
A PEC prevê que, a partir de 2018, os orçamentos das duas áreas tenham como piso a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no ano anterior
Brasília – O Plenário do Senado rejeitou na tarde desta terça-feira, 13, por 52 votos a 19, um destaque que pedia que as despesas com as áreas de Saúde e Educação fossem retiradas da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria o teto para o crescimento dos gastos da União. A PEC prevê que, a partir de 2018, os orçamentos das duas áreas tenham como piso a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no ano anterior.
O texto-base do Novo Regime Fiscal foi aprovado hoje em segundo turno pelo Senado por 53 votos a 16, placar inferior ao da primeira votação na casa, cujo resultado foi de 61 a 14.
A PEC do Teto será promulgada amanhã, quinta-feira, 15, em sessão marcada para as 9h.
Com informações da revista Exame

Que vergonha esses políticos estão fazendo com os brasileiros!!
O certo é tirar 20% ou mais do salário deles, já que ganham muito nas costas dos trabalhadores e colocar esse valor na Previdência, assim não irá mexer com a aposentadoria do povo que ganha mal. E outra, o certo é salário mínimo aos políticos, se a população pode viver ( o que é uma grande mentira), os mesmos também podem. Nada de mordomia, viagem, moradia, telefones… e sim, que o dinheiro saiam do bolso dos próprios políticos. Caso isso não aconteça. que o Exército tome posse e comece a governar, antes que o Brasil esteja pior do que está.
Educação e Saúde é primordial em qualquer país e é direito de cada cidadão que paga seus impostos honestamente e em dia, sem lesar qualquer indivíduo. Cadeia e devolução dos bens adquiridos ilegalmente a quem lesa o país e principalmente ao povo. Dinheiro roubado, deve ser devolvido e imediatamente.