A professora Maria Cláudia Junqueira fala dos assuntos debatidos na comissão paritária; no “Papo de Professor” desta semana.
2 Comentários
Fábio Arimura
no 26/06/2017 a partir do 14:18
Infelizmente na greve de 2015, esta nobre entidade do Magistério Paulista, sentou-se a mesa com o governador, dificultando em muito nossas ações, ja que esta administração usou isso como pretexto para diálogo. O que temos hoje. Três anos sem reposição salarial, condições precárias de trabalho e supressão de direitos. Parabéns CPP, por ajudar a inviabilizar a luta de 2015.
Maria Claudia Junqueira
no 27/06/2017 a partir do 14:19
Caro professor. De fato o CPP, assim como todas as demais entidades que representam os profissionais da educação nunca negarem-se a sentar-se à mesa com o secretário ou governador quando chamadas. Na nossa avaliação uma atitude que indique a não disposição para a conversa só favorece os argumentos do governo: ” as entidades são corporativistas”, o “magistério está bem, os sindicatos é que querem confusão” etc. Naquele ano participamos da Comissão Paritária e, ´mesmo durante a greve, nenhuma das entidades deixou de comparecer às reuniões. Seria muito bom se todos JUNTOS começássemos a enfrentar a realidade da desmobilização da categoria e, nos perguntarmos sem medo, as razões para esse triste fato, só assim, JUNTOS, conseguiríamos reverter as atuais políticas para a educação que tanto têm prejudicado não só a nós educadores, mas, também, aos estudantes.
Abraço
Infelizmente na greve de 2015, esta nobre entidade do Magistério Paulista, sentou-se a mesa com o governador, dificultando em muito nossas ações, ja que esta administração usou isso como pretexto para diálogo. O que temos hoje. Três anos sem reposição salarial, condições precárias de trabalho e supressão de direitos. Parabéns CPP, por ajudar a inviabilizar a luta de 2015.
Caro professor. De fato o CPP, assim como todas as demais entidades que representam os profissionais da educação nunca negarem-se a sentar-se à mesa com o secretário ou governador quando chamadas. Na nossa avaliação uma atitude que indique a não disposição para a conversa só favorece os argumentos do governo: ” as entidades são corporativistas”, o “magistério está bem, os sindicatos é que querem confusão” etc. Naquele ano participamos da Comissão Paritária e, ´mesmo durante a greve, nenhuma das entidades deixou de comparecer às reuniões. Seria muito bom se todos JUNTOS começássemos a enfrentar a realidade da desmobilização da categoria e, nos perguntarmos sem medo, as razões para esse triste fato, só assim, JUNTOS, conseguiríamos reverter as atuais políticas para a educação que tanto têm prejudicado não só a nós educadores, mas, também, aos estudantes.
Abraço