
A violência e o desrespeito dentro das escolas têm me preocupado cada vez mais.
Em um vídeo que publiquei nas redes sociais, falei sobre essa realidade que muitos educadores enfrentam diariamente.
Eu acredito que a escola precisa ser um espaço seguro, tanto para os alunos quanto para os professores. No entanto, muitos profissionais têm vivido situações de desrespeito, agressões e falta de apoio no ambiente escolar.
Também levanto a importância de ampliar esse debate e refletir sobre como algumas situações estão sendo tratadas dentro das escolas. Entre os pontos que menciono está a aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que é fundamental para garantir direitos, mas que também precisa ser discutido dentro do contexto da realidade escolar.
Além disso, acredito que é essencial reforçar não apenas os direitos, mas também os deveres dos alunos. A convivência no ambiente escolar precisa estar baseada em respeito, responsabilidade e limites claros.
Também defendo a importância da correta tipificação dos atos infracionais, para que situações graves não sejam tratadas com banalidade e não passem impunes. E, quando o menor não responder de forma adequada pelo ato cometido, é necessário que a família também seja responsabilizada, garantindo que haja acompanhamento, orientação e compromisso com a formação desse aluno.
Para mim, é essencial que esse assunto seja debatido com seriedade. Garantir respeito ao professor e segurança nas escolas é um passo importante para fortalecer a educação e valorizar quem está todos os dias em sala de aula.
*Alessandro Soares é diretor-geral administrativo do CPP

Que o CPP faça uma grande discussão com a categoria, para ouvir o que nós professores temos a relatar.
Não menos pior que o desrespeito e a violência por parte de certos alunos e ses familiares, são os frequentes assédios morais por parte do secretário da educação e daqueles subalternos que adoram se massagear em suas genitálias. É verdade que, históricamente a educação jamais foi projeto de sociedade, e de Estado, mas esse governador forasteiro e o empresário que não mede esforços para transformar a educação em uma mercadoria e entregá-la aos amigos do mercado, ansiosos para por as mãos na granda do FUNDEB, estão conseguindo algo inédito, ou seja, fazer com que os professores percam o desejo de serem professores.