
Eduardo Mufarej
A reforma do Ensino Médio no Brasil é pauta mais do que urgente. Mais alarmante até do que o não cumprimento das metas do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) para a etapa, pela segunda vez consecutiva, são os números absolutos de evasão escolar. Os cerca de 1,3 milhão de estudantes que deixam a escola entre os 15 e 17 anos, todos os anos, são a comprovação dessa necessidade de correção de rota.
O Ensino Médio precisa refletir a sociedade e o tempo em que os alunos estão inseridos. Um currículo transversal e vocacional, com aprofundamento em temas voltados para as aptidões de cada aluno, que dialogue com a vida real são conceitos aplicados em grande parte do mundo desenvolvido. Esse é o tipo de evolução que o Brasil não pode mais esperar.
É miopia imaginar que um currículo generalista seja o melhor caminho. Ao contrário, tal medida deixa de potencializar individualidades que, trabalhadas desde cedo, podem preparar melhores cidadãos e profissionais. Além disso, muito densa e ultrapassada, a carga de disciplinas atual pode até desestimular estudantes e contribuir para a evasão. O aluno precisa ser o ator principal de suas escolhas educacionais. Precisa encontrar entre suas opções o caminho e as ferramentas que melhor pavimentem suas decisões. Precisa ter tempo nas instituições de ensino e professores que possam se dedicar integralmente aos centros de ensino em que lecionam.
Muito se discute sobre o uso de uma Medida Provisória como forma de implementar essa mudança. Todavia, não podemos perder de vista o que há de mais importante nela, a sinalização, ao Legislativo e à sociedade, quanto à urgência de agirmos. É evidente que ainda há espaço para discussão, e os 120 dias que o Congresso terá para votar e apreciar as medidas propostas podem cumprir esse papel. As mudanças subsequentes do texto que for aprovado levarão, também, tempo para serem colocadas em prática.
Independentemente disso, o que não se pode mais tolerar, de modo algum, é a manutenção do atual cenário, no qual os estudantes são privados de aprender e exercer o que têm de melhor, por falta de um ambiente que os incentive de maneira correta e lhes proporcione as melhores possibilidades. O Brasil não pode mais desperdiçar gerações por caprichos e vontades, a hora é de agir.
Precisamos deixar a inércia. O caminho será longo, mas estamos entusiasmados para ajudar a construir uma nova realidade.
Eduardo é presidente da SOMOS Educação

HÁ Anos que a escolas deixaram de ser escola e tumultua o pobre,o preto e a p…..,é uma vergonha a escolas públicas os alunos de ensino médio ser obrigado a enfrentar escola com laboratório mas proibido pelas própria direção em pleno século xxi ,ainda vimos todos os laboratórios sem ninguém, isto porque diretora indicada ainda prematura no conhecimento então proíbe os professores de entrar na sala de laboratório e claro o jogo da inércia do Estado que também não estão nem ai no aprendizado do aluno ,dando aula tipo GLS ,ou seja Giz ,lousa e saliva apostando que ira formar cidadão ou brasileiro que são duas formas que estão em questão?
Vamos em primeiro lugar A educação não é na escola que se adquire e sim de seu berço ( PAI E MÃE) .Embora muitos afirma que mãe e pai são aquele que cria …..
uma geração que precisa de Disciplina e nos precisamos de cursos de relações humana principalmente entre os professores e direção autoritária que não tem Gestão participativa e nem quer saber de nada as vezes conhece muito o pedagógico e não sabe nada em relação a Administração ,leis trabalhista ,resoluções adequada a dinâmica do ensino ,suas característica é autoritária,não conhece da hierarquia institucional , não faz nem a ideia quando alguém morre ,fica totalmente sem rumo quando o professor reivindica seus direito trabalhista, só conhece punições através dos bastidores. Eu pago pra ver uma escola meia tecnicista sem infraestrutura com um bando de diretora chega na escola as 8,00 e sai as 12,00 e na linguagem diz que é lotada 40 horas semanais. Esse mesmo Estado onde fiz o ensino Médio tinha disciplina e passava se pela competência de ficar somente em três matéria com décimos e contagem de no mínimo de 270 ponto durante os quatro bimestre conforme era a Lei 5692/72 . Concluindo que os Tres P. serão os futuros encarcerados de nosso país ,pois espelham nos nossos políticos de hoje onde educação é sinônimo do descaso ,da má Gestão,jogo de inercia ,ainda deixa a famosa lei de desacato a funcionário publico tem penalidade de seis meses a dois anos e quando é funcionário x funcionário ai………..??? ficamos sem lei……..