A espera pelo pagamento de um precatório é longa e as perspectivas não são das melhores.
 

Neste ano, por exemplo, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) está liberando o valor de dívidas do estado e de prefeituras com pagamento determinado em 2002.
 

Nesse universo de espera e impaciência, os acordos para antecipação dos precatórios pode parecer uma boa opção.
 

Há também a possibilidade do credor vender o precatório para empresas que depois utilizam o valor para abater dívidas. As duas situações podem ser vantajosas, mas exigem cuidados.
 

O mais importante, portanto, é o credor avaliar prós e contras de abrir mão do precatório.
 

Antes de vender, ele deve buscar, no TJ-SP, em que lugar na fila de pagamentos está, para não correr do risco de levar prejuízo.
 

Esse cuidado também vale para quem pensa em buscar um acordo.
 

Fonte: Agora SP