
A espera pelo pagamento de um precatório é longa e as perspectivas não são das melhores.
Neste ano, por exemplo, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) está liberando o valor de dívidas do estado e de prefeituras com pagamento determinado em 2002.
Nesse universo de espera e impaciência, os acordos para antecipação dos precatórios pode parecer uma boa opção.
Há também a possibilidade do credor vender o precatório para empresas que depois utilizam o valor para abater dívidas. As duas situações podem ser vantajosas, mas exigem cuidados.
O mais importante, portanto, é o credor avaliar prós e contras de abrir mão do precatório.
Antes de vender, ele deve buscar, no TJ-SP, em que lugar na fila de pagamentos está, para não correr do risco de levar prejuízo.
Esse cuidado também vale para quem pensa em buscar um acordo.
Fonte: Agora SP

Sobre aquela ESMOLA de 10.15 % de reajustes , ninguém fala mais nada?então foi tudo um brincadeirinha?
CPP: resposta encaminhada por e-mail. Ressaltamos que o assunto foi tratado em notícias recentes.
Na verdade acredito que não compense para o credor negociar a venda desses precatórios para essas empresas ,pois vão cobrar altas taxas por isso, mas a questão é … os professores (as) vão receber em vida ? Pois muitos acabam falecendo antes mesmo de receberem o valor tamanho é a demora para resolver isso!!!!! A justiça é tão morosa que o credor acaba ficando sem opção infelizmente.
E conforme o texto diz que está sendo pago em 2018 os valores que foi determinado em 2002,mostra que o cenário tende a piorar muito pois são 16 anos de atraso . E a respeito dessa lista de pagamentos do TJ como o credor pode ter informação quando vai receber ? Para o mesmo avaliar se é viável esperar ou buscar a venda desse precatorio .