
Em reunião realizada no gabinete do Secretário, João Cury Neto, diretores do CPP cobram o pagamento do reajuste de 10,15%, que até agora não foi liberado para os professores.

Em reunião realizada no gabinete do Secretário, João Cury Neto, diretores do CPP cobram o pagamento do reajuste de 10,15%, que até agora não foi liberado para os professores.
Estamos a 3 anos sem aumento e ninguém faz nada por nós!
CPP: mensagem encaminhada à Presidência. Por gentileza, aguarde retorno por e-mail.
E os direitos adquiridos que foram arrancados em 2012, sendo que são vistos como iniciantes na rede e na carreira, dentre esses muitos com mais de vinte anos no estado.
CPP: mensagem encaminhada à Presidência. Por gentileza, aguarde retorno por e-mail.
Nossa categoria, a de Profissionais da Educação, caiu em descrédito,
sem data base, sem correção da inflação como prevê a Constituição Federal Brasileira.
A Lei só existe para o trabalhador cumprir, os patrões fazem o que bem entendem, nem
cumprem mandato judicial, o que manda a justiça.
Brasil Terra sem Lei.
Entendo porque Bolsonaro foi eleito presidente, é um anseio do povo para que se tenha regras e limites,
entendo o porque de se fechar o Ministério do Trabalho no Brasil, não adianta ter Leis, se as próprias autoridades não cumprem,
de que adianta gastar milhões para pagar todo o contingente Humano do Ministério do Trabalho, de que adianta tantos sindicatos se não tem força, não são ouvidos ?
No processo da Educação para correção da inflação anual, o STF julgou improcedente a solicitação. Porém Dias Tofoli justifica o último aumento dos juizes, como sendo uma correção da inflação dos últimos anos. Senhores presidentes de sindicatos dos Profissionais da Educação façam alguma coisa, isso não pode passar em branco.
Esse é apenas um dos muitos desabafos,
obrigado por permiti – lo
Davi Vilela
Para Luiz Carlos Martins: Nós não estamos há três anos sem aumento. Estamos sem “reajuste” que é pior. Quanto à sua alegação: “ninguém faz nada por nós!”; muito cômoda essa sua arguição…típica daquele tipo de professor/professora que, enquanto uns pouquíssimos entram em greve, ele/ela, além de não aderir, ficam na sala dos professores tomando cafezinho e discutindo futebol/novela.
Estamos a mingua..sem reajuste …não estamos conseguindo pagar nossas contas….família para sustentar..e mudando de governador aí sim tudo vai por água abaixo…muito triste nos professores passando por isso..
Muita falta de respeito. Vergonha!