
Publicação desta terça-feira (31) estabelece 24 meses para adesão, que é opcional
Foi publicado nesta terça-feira (31) o decreto para adesão à Nova Carreira Docente, que estabelece o salário inicial de R$ 5 mil para professores da rede estadual. O sistema para escolha irá ao ar na quinta-feira (2) e, a partir desta data, os profissionais terão 24 meses para optarem ou não pelo novo modelo.
Os que realizarem a escolha antes do fechamento da folha do mês já receberão o novo valor no pagamento de julho. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) disponibilizou um simulador para que os docentes possam comparar a atual folha de pagamento com a da Nova Carreira.
Tanto o sistema para adesão, quanto o simulador estarão disponíveis na Secretaria Escolar Digital.
CPP é contra Novo Plano de Carreira
Mesmo sob protesto do Centro do Professorado Paulista e demais entidades do magistério, o Novo Plano de Carreira foi aprovado pelos deputados na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em 29 de março. Houve 49 votos favoráveis e apenas um contra.
Entidades que representam o magistério, contudo, apontam que o reajuste em questão não é real e reclamam da exclusão da categoria nas discussões para elaboração do plano. Assinam uma ação coletiva o CPP, o Sindicato dos Supervisores do Ensino do Magistério Oficial do Estado de São Paulo (Apase), o Sindicato de Especialistas de Educação do Estado de São Paulo (Udemo) e o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
O CPP alerta que a categoria deixará de receber salário para receber subsídios. E ninguém vai ganhar mais do que R$ 5 mil por mês. A somatória que o governo faz, inclusive, é do valor bruto. Trata-se de uma reforma de toda a carreira do magistério público paulista e dos profissionais da Educação, com profundas alterações e até exclusão de direitos computados ao longo dos anos. Quem está finalizando a carreira será muito prejudicado. E quem está ingressando não irá alcançar o pico quando se aposentar.
Na opinião de Azuaite Martins de França, terceiro vice-presidente do CPP, vereador e presidente da comissão de Educação por São Carlos, a medida destrói a carreira do magistério. “Os professores devem resistir e não aceitar a Nova Carreira Docente. Vamos juntos lutar por valorização real e salário digno”, afirma.

Referente a nova carreira, creio que é ilusório e uma afronta aos direitos adquiridos dos profissionais da educação, ATENÇAO: temos que considerar que o vr. de 5.000 reais é valor bruto, para 40 horas, não será mais piso nacional, pois será subsidio, sem direito a quinquênios, OBSERVAR: as evoluções através de aplicação de provas que poderão ser até reguladas para que a só a minoria atinja a média esperada para evolução.
Não esqueçam, que já tivemos uma experiência há anos atrás com a prova de mérito, eram poucos que podiam fazer devido as regras impostas, e os que faziam nem todos alcançavam os resultados necessários, Depois de algum tempo, deixaram de aplicar a tal prova de mérito. AGORA PERGUNTO: O que garante que isso não possa ocorrer novamente?
Bom dia. Gostaria em saber sobre a liberação dos quinquênio e sexta parte. Pois o meu já vendeu.
CPP: encaminhado à Procuradoria. Aguarde retorno por e-mail.
É um absurdo o que estão fazendo com a educação.
E os que já se aposentaram, como fica?
CPP: encaminhado à Procuradoria. Aguarde retorno por e-mail.
Lamentável, mas como tenho direito a expressar meu pensamento, penso que a maioria dos professores do Estados que estão há mais de oito anos sem aumento com certeza vão aceitar esses 5.000,00, me exonerei do Estado, não me arrependo, amei trabalhar no Estado, porque o trabalho na prática é melhor do que outros sistemas, mas infelizmente não paga decentemente. Fiquei 26 anos no Estado, 14 anos de professora titular e, 11 anos como diretora titular, exonerei, levei o tempo não concomitante para outro sistema e, o restante do tempo peguei uma aposentadoria pelo INSS, melhor do que seu eu esperasse 30 anos de gestão no Estado. Pulei uma grande fogueira. Horrível essa gestão dona do Estado há quase 30 anos, destruiu a saúde, a educação etc. Pior que os professores não realizam aquelas greves de 25 anos atrás, aceitam tudo e, vão aceitar essa mixaria e, perder os direitos adquiridos. Que triste. Muita gente está exonerando do Estado e, se aposentando pelo INSS, que vergonhosamente paga mais que o Estado, rsrsrs, barbaridade, mas é a verdade. INSS, trabalha com média atualizada em cima do total geral do helerith, bom tem o limite do teto, mas é bem melhor do que aposentar pelo Estado. kkk
Quanto à categoria O, como ficam as faltas? Segue-se o que sempre foi estipulado pelo contrato ou segue-se o estipulado da nova carreira? Está bem confuso….
CPP: encaminhado à Procuradoria. Aguarde retorno por e-mail.
Eu perdi mais do que achei que perderia, perdi as evoluções por prova do mérito que foram revogadas, perdi as evoluções não acadêmicas que foram revogadas esse desgoverno de Dória e Rossieli realmente é contra professor, que educa a população é e justamente o que não querem os políticos, pois quanto mais desinformada for a população mais fácil será de dominá-la Nos últimos anos para ser mais exato quando o PSDB se apossou do estado mais rico da federação, esse partido conseguiu desunir mais ainda a classe já desunida de professores. Desta vez anunciou um aumento fictício que deixou os professores felizes com mil por mês, depois de fazer o comercial na tv e para a sociedade vem a caixa de pandora e com isso nem os mil nem nada, só desvantagens e prejuízos e a sociedade acredita nas falácias destes mentirosos. Rossieli faz showmício para falar de aumento quando é subsídio mente tão bem que consegue ter fãs entre os próprios professores.