A Secretaria de Estado da Educação apresentou duas propostas que beneficiam os temporários. O Estado informou que enviará para a Assembleia Legislativa, dentro de 30 dias, projetos de lei mudando a forma de contratação dos temporários e garantindo o convênio médico do Iamspe a esses profissionais. O governo propôs uma política de reajuste para quatro anos, com data-base em julho. O índice de aumento, porém, só sairá no final do mês que vem.
O órgão propôs também acabar com os intervalos contratuais dentro de um período de três anos. Depois desse intervalo, serão 180 dias de espera para uma nova atuação. Atualmente, os professores temporários precisam ficar cerca de um ano fora da rede após um ano de trabalho.
Grevistas não terão desconto. A Justiça estadual garantiu vitória aos professores grevistas e determinou que o Estado não pode descontar os dias parados. A decisão foi tomada em julgamento de mandado de segurança no Órgão Especial do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e teve 17 votos favoráveis e seis contra. Ainda cabe recurso.
Secom/CPP
