
O Fundeb 2026 deve ultrapassar os R$ 370 bilhões em receita, segundo o MEC e a Fazenda.
Isso representa um aumento de 8,54%, sendo R$301,1 bilhões oriundos das contribuições dos estados e municípios, e um total de R$ 69,2 bilhões de complementação feita pela União.
A complementação federal para 2026 será 23,3% maior em relação a 2025, quando o aporte foi de R$ 56,1 bilhões.
O Fundeb serve para o financiamento da educação básica brasileira e prevê a valorização dos profissionais da educação.
Mas apesar do crescimento do orçamento do fundo, o salário dos docentes pode não ter mudanças consideráveis.
O MEC tem até o dia 31 de janeiro para definir qual será o reajuste do piso nacional dos professores, mas as especulações indicam que a pasta deve oficializar um reajuste de R$ 18,00, o que corresponde a 0,37%.
O percentual não seria suficiente para repor as perdas dos profissionais com as altas dos preços, isso porque, a o reajuste está muito abaixo da inflação, que deve fechar em 4,4%.
O piso nacional dos docentes da educação básica é de R$ 4.867,77 para quem tem uma jornada de 40 horas semanais.
Uma das alternativas para que o valor seja diferente é a edição de uma Medida Provisória. Não houve consenso entre estados, municípios e representantes da classe dos professores, o que também complicou a definição de um valor significativo.

E uma vergonha esse piso salarial pois, se querem valorizar o profissional (professor), tem que passar pela valorização salarial, não e qualquer um pode ser professor.