Entidades do magistério realizarão ato descentralizado em 3 de junho, próxima sexta-feira

O CPP e as entidades do magistério – Apampesp, Apase e Udemo – realizarão mais um ATO DE REPÚDIO pela forma como o governo do estado de São Paulo tem tratado, nos últimos anos, o magistério paulista, incluindo ativos e aposentados. A categoria continua sendo desvalorizada, diante não apenas dos próprios professores, mas de toda a sociedade.

Se não há recursos para o reajuste do magistério, pois a situação econômica não permite, como se explicam os reajustes da prefeitura de São Paulo em 2015 e 2016? Será que a tão propalada crise só existe para o governo estadual? É justo que isso aconteça com os educadores?

A Campanha “Luto pela Educação” continua e abrangerá atos descentralizados em todas as Sedes Regionais do CPP (capital, interior e grande São Paulo) em 3 de junho, próxima sexta-feira. Na oportunidades, ao término da Reunião de Representantes (que será transmitida online pela TV CPP), os professores irão às Câmaras Municipais, ou aos locais previamente preparados, para solicitar apoio dos vereadores, de toda a sociedade, estendendo-se aos deputados estaduais e federais.

Na capital, as entidades serão recebidas na Câmara Municipal já em 2 de junho, quinta-feira, quando também solicitarão apoio dos vereadores paulistanos à causa do magistério da rede estadual. As quatro entidades continuarão aguardando o retorno do pedido de audiência com o governador do estado, por intermédio do secretário da Educação. 

A pauta de reivindicações contempla reajuste imediato de 16% (inflação do período) e concurso público para todos os cargos, especialmente para Professor I e II,  diretor de escola e supervisor de ensino. 

Diante do quadro negativo, a mobilização permanente se faz necessária. Ou a categoria amargará arrocho salarial por mais dois anos. O magistério não suportará mais um ano sem reajuste!