A revista Crusoé informou que os primeiros alvos do que está sendo chamada como “Lava Jato da educação” será o Prouni, o Pronatec, o Sistema S, as bolsas de ensino à distância e as universidades federais.

Os pedidos de investigação foram feitos pelo ministro da Educação Ricardo Velez Rodriguez, sendo que os documentos com os indícios de fraudes foram encaminhados pelo ministro para a Polícia Federal e Advocacia Geral da União.

Pode surgir aí mais uma infindável investigação, similar à Lava Jato originária, uma vez que, pelo visto, a corrupção graça solta por todos os lados no país, inclusive nas esferas da educação. Depois virá gente dizendo que estarão tentando criminalizar a educação.

A receita básica e muito simples a ser considerada é a seguinte: se não há crime não há criminalização de atos, sejam eles administrativos ou políticos. Quem “se criminaliza” é o próprio marginal, que como o próprio nome expressa, age à marge da lei.

Fonte: O Diário.com