O presidente do CPP, professor José Maria Cancelliero, participou, na tarde desta quarta-feira, de audiência na Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. A reunião, realizada no auditório Franco Montoro, teve mediação da Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos no Estado de São Paulo – FESSP-ESP, com o objetivo de discutir problemas enfrentados por servidores.
Durante pronunciamento para deputados da Casa, Cancelliero lembrou da delicada situação do magistério paulista, que até o momento não recebeu anúncio de reajuste salarial, cuja data-base do governo é 1º de julho. Embora o governador Geraldo Alckmin tenha garantido o cumprimento do calendário, durante negociação da Campanha Salarial 2015 com as entidades do magistério, o acordo não foi respeitado.
“Senhores deputados, diante do descaso com os profissionais do magistério, proponho que seja trabalhado algum mecanismo legal para obrigar o governo a cumprir os reajustes não só dos professores, mas de todos os servidores públicos. No caso da Educação, a pasta tem o maior índice orçamentário do estado, ou seja, o problema é falta de planejamento. Orçamento não pode ser tratado como ficção”, argumentou o presidente da entidade, sugerindo mobilização da Casa.
O presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento, Mauro Bragato, se mostrou atento às solicitações e disposto a discutir as reivindicações, assim como os demais deputados presentes – Teonílio Monteiro da Costa e Orlando Bolçone. A audiência foi solicitada pela Federação dos Sindicatos do Estado de São Paulo, presidida por Lineu Neves Mazano, que fez parte da mesa.
A audiência tratou ainda de problemas do Iamspe, por dificuldades relacionadas a atendimento, entre outras questões, o que reuniu sindicatos e entidades.
Secom/CPP

E o aposentado com paridade como fica? tudo tem reajustado e a aposentadoria nada , espero que as entidades pressionem o governo sem reajuste não da para ficar .
E vocês acreditaram no governador………
Esperem sentados.
Os professores serão sempre tratados como “despesa” ou ” sacerdotes” como dizem os governadores enquanto as entidades que dizem representá-los continuarem divididas e com seus egos impedindo sua união pelo bem da classe. É isso aí, mais um ano sem reajuste, repare que nem falei aumento. O mínimo seria a reposição de perdas pela inflação.
A GRANDE MAIORIA DA ALESP, INCLUINDO A MESA DIRETORA, APOIA QUALQUER PROJETO OU POLÍTICAS DOS TUCANOS!!!!!!!! HÁ MAIS DE DUAS DÉCADAS!!!!!!!!!