Os profissionais de educação de São Paulo que participaram da greve contra o projeto de reforma da Previdência Municipal terão direito a receber pelos dias parados, desde que reponham as tarefas.
 

A portaria sobre a reposição foi publicada, pela Secretaria Municipal de Educação, no “Diário Oficial” da cidade de São Paulo.
 

O órgão informou que o direito de reposição vale para todos os dias da paralisação, que ocorreu em 19 de fevereiro e entre 8 e 27 de março deste ano.
 

Caberá à unidade educacional cujo funcionamento (total ou parcial) tenha sido afetado pela paralisação dos servidores garantir a total reposição dos dias ou horas de trabalho aos educandos até o término do semestre ou ano letivo de 2018.
 

Aqueles que não fizerem a reposição, total ou parcial, poderão ter descontos previstos na legislação e a ausência poderá ser considerada falta ao serviço.
 

Ao todo, a paralisação contra o projeto que previa subir a contribuição previdenciária dos servidores municipais de 11% para 14% durou 14 dias.
 

Fonte: Agora SP