Atualizado em 29 maio, 2025 às 15:26

Profissional do magistério, no Brasil, tem um dos piores salários do mundo

Foto: Envato

Uma reportagem publicada no ICL Notícias uniu diversas pesquisas internacionais e estampou com a seguinte manchete: “Ranking da vergonha: O Brasil entre os piores salários de professores do mundo”.

Um relatório da UNESCO aponta que será necessário contratar 44 milhões de professores até o fim desta década para garantir o direito à educação básica. A necessidade vem da escassez de professores, motivada por salários baixos, sobrecarga de trabalho, insegurança e desprestígio profissional.
Outro relatório, também da UNESCO, aponta uma grande desigualdade brasileira: aqui, professores ganham, em média, 40% a menos do que outros profissionais com a mesma formação.
Hoje, o piso salarial do magistério no Brasil é de R$ 4.867,77.

Precisamos encarar a realidade: é por isso que falta professor! Uma realidade que nós do CPP conhecemos de perto há 95 anos.

Mas, nem tudo está perdido. Existem boas ideias que podem transformar essa realidade.
O professor Alessandro Soares lançou uma iniciativa que quer fazer a diferença – e é claro que o CPP não poderia deixar de apoiar: E se a nossa carga horária fosse reduzida de 40 para 30 horas semanais?
Imagine quanto tempo teríamos para preparar aula, investir em qualificação profissional e ter mais qualidade de vida! Com essa redução, o valor da nossa hora-aula aumentaria, e aí sim poderíamos começar a falar de real valorização do professor.

O nosso desafio agora é que você participe de um abaixo-assinado para levar essa ideia adiante.
Acredite! Vale a pena. Quanto mais pessoas assinarem, mais fácil será que essa iniciativa entre na pauta do congresso.

Precisamos nos unir se quisermos efetivas mudanças. A mais urgente? Tirar nosso país desse ranking da vergonha!

Participe!

*Silvio dos Santos Martins é primeiro vice-presidente do CPP e diretor da sede regional de Tupã