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Nesta quinta-feira (23), a Seduc-SP divulgou as novas regras para o processo de atribuição de classes e aulas para 2026.

Todos os professores, incluindo efetivos, não-efetivos e temporários serão classificados a partir dos mesmos critérios.

No próximo ano letivo, desempenho, assiduidade e formação continuada serão valorizados, segundo a pasta.

Assim, seis indicadores serão usados na classificação e terão os seguintes pesos percentuais:

  • Avaliação de desempenho – 30%;
  • Tempo de serviço – 20%;
  • Presença em sala de aula – 20%;
  • Desenvolvimento – 20%;
  • Titulação Acadêmia – 7,5%,
  • Jornada ou carga horária atual – 2,5%.

A Secretaria da Educação paulista oferta quatro cursos estratégicos que serão considerados no critério de desenvolvimento, assim como a participação nos programas: Multiplica, Pós-graduação em matemática na faculdade SESI, e Escola de Gestão e Educação Profissional.

A titulação acadêmica, como diplomas de mestrado e doutorado, que antes era considerada apenas na atribuição dos professores efetivos e não efetivos, também passa a ser um critério para os temporários.

No entanto, o percentual dado a titulação ser inferior ao atribuído para as formações ofertadas pela Seduc é alvo de críticas de professores e profissionais da Educação, que discordam da medida.

Isso porque, de acordo com os críticos, isso desestimula os professores a ingressarem em programas de mestrado e doutorado.