
A Secretaria da Educação de São Paulo (Seduc-SP) elaborou documento que consolida o compromisso do acesso, permanência e participação de todos os estudantes do ensino regular, sem exceção, à educação de qualidade em todo o Estado. A Política de Educação Especial (PEE-SP) objetiva apresentar e aprimorar os serviços de apoio à inclusão dos estudantes elegíveis aos serviços, além de projetar São Paulo rumo à realização do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU (Organização das Nações Unidas) e às metas previstas no Plano Estadual da Educação.
De forma geral, os itens asseguram a educação inclusiva de qualidade, a promoção de oportunidades de aprendizagem para todos, a universalização do acesso à educação básica e ao Atendimento Educacional Especializado (AEE) a estudantes com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação. Atualmente, a rede estadual atende 65,9 mil estudantes na Educação Especial.
Conduzido de forma colaborativa e participativa pelo Departamento de Modalidades Educacionais e Atendimento Especializado (Demod), da Coordenadoria Pedagógica (Coped), o trabalho é resultado de contribuições variadas. Entre elas, de estudantes, familiares, profissionais da educação, especialistas de universidades públicas, sociedade civil, de associações e órgãos dedicados à pasta.
Para Nadine Camargo, diretora do Demod, a PEE-SP traz valores fundamentais, como ações para a inclusão estudantil nas classes no ensino regular, ampliação da rede de recursos pedagógicos, de acessibilidade e de tecnologia assistiva. “É uma união de esforços para construção de uma rede escolar cada vez mais inclusiva. São oportunidades de educação para o mundo do trabalho. É garantia de equidade e qualidade do processo de aprendizagem, e o alinhamento de práticas inclusivas capazes de eliminar quaisquer barreiras impeditivas no ambiente escolar”, avalia.

Bom dia !
Que lindo isso né, por conta dessa alteração na SEDUC 18 alunos foram excluídos da escola de Educação Especial Acdem IV de Ermelino Matarazzo , escola essa que é a única da região que atende eles os DEFICIENTES. Pergunto aonde foram conversado com as famílias, aonde eles vão estudar agora ??? Cadê o respeito com eles os alunos DEFICIENTES, ou vocês acham que eles não vão sentir isso????? A escola para eles não é só a parte pedagógica, ela é a interação social deles. Não temos outras escolas de Educação Especial para colocar eles, não deram apoio nenhum as famílias põe parte do órgão que excluíram eles , simplesmente os pais tem que agora achar um lugar para eles , e eu pergunto AONDE ???????
Estou abismada em ler essa parte (É uma união de esforços para construção de uma rede escolar cada vez mais inclusiva.)Como pode se chamar de inclusão ,quando se excluí 18 alunos de uma ong especial e os deixam a “Deus dará” sem ter onde colocá-los …
olá, que importante essas ações para a melhoria do ensino especial. Mas esse novo modelo acarretou o desligamento de alguns estudantes da escola especial (unica escola) de Erm Matarazzo ACDEM, por causa que estavam acima da idade de 15 anos, isso aconteceu em dezembro /21, Houve o desligamento mas não o encaminhamento para outra instituição. Os alunos agora estão sem nenhuma expectativa de estudo. E quanto a isso o que podemos esperar , é preciso melhorar a maneira que fazem essas mudanças, dando uma sequencia para o aprendizado, não deixando os alunos sem uma nova oportunidade.
Ivanice Ueji
11 991757805
Na prática nada disso funciona,no papel pra vcs pode até funcionar,mas a realidade é outra.Os professores não estão preparados,as escolas não tem estruturas.E as crianças que não falam e muito menos vão escrever, que é o caso do meu filho com paralisa cerebral,vão ir pra escola pra que?Eles vão ter o suporte que precisam? terá alguém pra ajudar nas refeições? alguém pra trocar a fralda,já passamos por situações que estou cansada de ouvir ,meu filho hoje estuda numa escola de ensino especial,lá sim ele tem o suporte que precisa mas está passando por momentos difícil já que a verba que vem mal dá pra pagar os funcionários por ser uma ONG precisa de doações e nós mães temos que procurar ajuda pra que ela permaneça aberta,pois corre o risco de fechar, não há escola adequada para os nossos filhos e se a escola fechar pra onde onde meu filho vai,o que eu quero dizer é que ONGS como a ACDEM precisam de apoio pra se manter de pé e esse apoio não vem!