
Entidades do magistério, como Apeoesp e CPP (Centro do Professorado Paulista), pedem que professores paralisem as atividades na próxima terça-feria (3) e vão à Alesp (Assembleia Legislativa) protestar contra a reforma da Previdência e o abono concedido para equiparação ao piso nacional.
A previsão é que, na data, ocorra a votação em segundo turno da PEC (proposta de emenda à Constituição) da Previdência estadual. “Vamos percorrer os gabinetes para ver se os deputados mudam o voto. A reforma vai afetar todos os servidores, principalmente os aposentados”, diz Loretana Pancera, do CPP.
Sobre a greve, a Secretaria da Educação diz que orientou todas as escolas estaduais a permanecerem abertas na próxima terça-feira (3) e que, em caso de eventuais faltas, o superior imediato irá analisar a justificativa apresentada, de acordo com a legislação.
Fonte: Agora São Paulo/Cristiane Gercina

Sou diretora de escola e não recebi orientação da diretoria de ensino e supervisora da escola sobre procedimentos em relação a paralisação. Nove professores da escola aderiram a paralisação, seus alunos foram comunicados e não compareceram a escola. Os professores estavam cientes da falta e de uma negociação do sindicato para a reposição dessa aula. As demais salas e professores que não aderiram tiveram aula normal e a escola não foi fechada.
Porém em visita da supervisora a escola no dia de hoje (03/03) ela me informou que tenho que colocar falta INJUSTIFICADA para esses professores (forneci requerimento a eles para solicitação de falta justificada) e que eu deveria ter colocado professor eventual nessas aulas. Eu não sabia que tinha que colocar eventual e também nem teria eventual para todos (PEB I). Estou com medo de sofrer alguma penalidade por não ter colocado eventual para essas aulas e também me senti constrangida ao receber somente hoje ao final do período essa informação. Posso sofrer penalidade? Teriam alguma orientação para me passar?
Desde já agradeço.