
No primeiro semestre deste ano, 31 propostas relacionadas à educação foram discutidas pelos deputados da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Algumas dizem respeito à criação de programas sociais, outras sugerem novas disciplinas para o currículo escolar, e mais algumas tratam de denominação de escolas estaduais.
Um deles, o PL 252/2018, de autoria do deputado Rafael Silva (PSD), é voltado a pessoas com deficiência e obesas. O texto pretende obrigar as escolas e creches a disponibilizar no mínimo 10% de móveis adaptados para pessoas nessas condições. A justificativa é melhorar o atendimento e promover inclusão.
Já o Projeto de Lei (PL) 454/2018, de autoria do deputado Campos Machado (PTB), sugere criar o Projeto Social de Formação Continuada em Inteligência Artificial, Programação, Robótica e Empreendedorismo para jovens de 15 a 18 anos. Oferecido pelo Centro Paula Souza, os cursos serão ministrados por alunos estagiários das Faculdades de Tecnologia (Fatecs). Além disso, ao final do curso, os alunos poderão receber bolsas para abrir negócios de base tecnológica.
Há, ainda, projetos para que a música seja componente curricular da BNCC no estado; atendimento psicopedagógico e social em todas as unidades escolares; proteção e inclusão de alunos com epilepsia, entre outros.

Boa noite!
A Assembleia legislativa tem que criar projetos para melhorar a Educação que está falida, professores no século XXI, ainda ministram aulas escrevendo com giz e os materiais como caderno do aluno e do professor desatualizado, do Estado de SP, falta laboratório de informática, laboratório de ciências. O governo retirou todas as impressoras de uso pedagógico das escolas.
Há projeto sobre ampliação da pecúnia de licença-premio.