
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou nesta terça-feira (10) o Projeto de Lei nº 860/2016, que altera a Lei 12.730/2007. Esta proibia o uso de celulares em escolas estaduais. A proposta foi encaminhada pelo governador Geraldo Alckmin, em 2016, após pedido feito pelo secretário da Educação, José Renato Nalini. Com as mudanças, crianças e jovens do Ensino Fundamental e Médio poderão utilizar aparelhos em sala de aula em atividades pedagógicas orientadas por educadores.
Agora, o projeto de lei segue para sanção do governador. “O ensino prelecional está sendo questionado em todos os ambientes. Se quisermos manter o aluno interessado em aprender, temos de usar a linguagem dele. A linguagem de seu tempo”, afirma Nalini.
A SEE reforça ainda que, até 2018, as 5 mil escolas estaduais devem ser equipadas com sistema wi-fi. Saiba mais aqui.

Não seria nesta terçs (10)?
Resposta CPP: tem razão, Denilson. Já corrigimos. Obrigado.
Parabéns. O que precisa agora é equipar as escolas com computadores, wi-fi, preparar professores para utilizarem esta ferramente como atividades pedagógicas realmente.
Porque esse secretário não faz um pedido para aumentar nosso salário????? Mas ai ” a era digital ” tem que ser introduzida nas salas de aula, se realmente fosse usado para fins pedagógicos tudo bem, porém sabemos que não será usado..
Mais uma vez a Secretaria está atrasada e equivocada. A rede Wi-fi já deveria estar disponíveis nas escolas a pelo menos 10 anos. Os equipamentos para a sua utilização pedagógica deveria ser os dos professores e da escola, nunca celulares e principalmente de alunos.
Se a lei não for clara como e em que situações o aluno pode e quando não pode fazer uso do celular em sala de aula,
acredito que haverá conflitos constantes entre professores e alunos, sobrando, é claro, para a direção da escola.
Como sugestão, um manual oferecido pela própria Secretaria da Educação em parceria com o Ministério Público poderia
contribuir com a ordem na escola, pois, com tal lei aprovada, o aluno pensa que ganhou mais um “direito” em sua vida e pode
fazer uso do celular de forma indiscriminada. Aí mora o “perigo”, sem consequências previsíveis.