Foto: reprodução/deputado Carlos Giannazi

Nesta terça-feira (6), o CPP esteve novamente na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para reivindicar 7% de reajuste salarial para todo o magistério. Dessa vez, o presidente José Maria Cancelliero e a primeira vice-presidente, Loretana Paolieri Pancera, participaram de reunião com o Colégio de Líderes. Outras entidades de classe também compareceram ao ato de pressão aos deputados, como a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos no Estado de São Paulo (FESSP-ESP). 

O Projeto de Lei nº 1/2018, de autoria do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para reajuste salarial de servidores, distinguiu Professores de Educação Básica I e II de profissionais do Suporte Pedagógico, contemplados com apenas 3,5%. O texto recebeu mais de 40 emendas e segue em tramitação em regime de urgência, ainda sem previsão de votação em plenário.

“Estaremos mobilizados até que a distorção imposta pelo governador seja corrigida. Precisamos, inclusive, do apoio de cada profissional do magistério. Os professores devem estar unidos e com objetivo comum, que é o de convencer deputados a não aprovarem reajuste com distinção”, disse José Maria Cancelliero.

O CPP continua acompanhando o PL nº 1/2018 e defendendo reajuste digno para todos os professores.