
Mesmo com a crise econômica do País, governo maranhense concede recomposição salarial de 8% para professores da Educação Básica
Na contramão dos demais estados brasileiros e mesmo com a crise econômica que assola o país, o governo do Maranhão concedeu recomposição salarial de 8% sobre a remuneração de todos os educadores do Subgrupo do Magistério da Educação Básica, em todas as referências da carreira. A primeira etapa do benefício será paga nesta sexta-feira (24), com o pagamento dos servidores públicos estaduais, e a segunda parcela no mês de maio.
Atualmente, o Maranhão paga a segunda maior remuneração do País para professor de 40 horas, com licenciatura plena. A partir de maio, será o primeiro da lista, entre os estados brasileiros, com o maior salário docente da federação – R$ 5.384,26 pagos ao professor em início de carreira, ultrapassando o Distrito Federal. O impacto financeiro será de R$ 132 milhões/ano na folha de pagamento.
Em 25 meses de gestão, o Governador Flávio Dino (PCdoB) concedeu o equivalente a 22,05% de reajuste aos professores da Rede Estadual de Ensino, percentual superior à inflação do período que foi de 16,96%.
“O governador Flávio Dino, desde os primeiros dias da gestão, vem empreendendo todos os esforços para valorizar os profissionais da educação. São medidas que vão desde melhorias nas condições físicas dos espaços escolares e atendimento de demandas históricas da categoria, como concurso público, ampliação de jornada e unificação de matrículas, progressões na carreira, eleição direta para gestores escolares, entre outras, que são resultados do compromisso deste governo com os educadores e educadores”, realçou o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão.
O Governo do estado também concedeu, neste ano, a progressão na carreira de mais de mil professores e especialistas em Educação, retroagindo a 1º de janeiro de 2017. Terão progressão os professores Classe/Cargo I (nível médio), e Professor II e Especialista em Educação I (também nível médio). Até o momento, já somam 17 mil educadores beneficiados com progressões funcionais, promoções, titulações e estímulos, em 25 meses de gestão. Neste ano, o Governo fará, ainda, a progressão na carreira de outros 5 mil docentes.
Os professores contratados também terão seus salários reajustados, com efeito retroativo a 1º de janeiro. Além disso, logo que assumiu, o governador Flávio Dino reajustou em 15% na remuneração dos professores contratados. A remuneração que, atualmente é de R$ 1.092,50, para 20 horas semanais, aumentará para R$ 1.149,40 em fevereiro e no mês de setembro, esses profissionais passarão a receber R$ 1.179,90 mensais.
Veja como fica a tabela salarial de professor no estado
| Professor/hora | Remuneração atual | Com o reajuste |
| Professor III
20h (inicial) |
R$ 2.492,72 |
R$ 2.692,13
|
| Professor III
20h |
R$ 2.885,64 | R$ 3.116,49 |
| Professor III
40h (inicial) |
R$ 4.985,44 | R$ 5.384,26 |
| Professor III
40h (final de carreira) |
R$ 6.681,00 | R$ 7.215,48 |
| Professor Contratado | R$1.092,50 | R$1.179,00 |
Fonte: Secretaria de Educação do MA

Enquanto isso, em São Paulo, o estado mais rico da federação, um xuxu-pinóquio dedica-se a dar isenção fiscal a empresas ALSTOM, a subfaturar contratos do Metrô paulista e as suas corriqueiras falcatruas…. Reajuste (não estamos falando de aumento real de salário!!!) NUNCA. NEM PENSAR. ISSO ABALARIA A “FRÁGIL” FOLHA DE PAGAMENTO PAULISTA. Para mim e meu secretariado, nós nos auto-concedemos 30%. Quanto ao funcionalismo público, que se lixe, afinal “L´etat c´est moi” (O estado sou eu)!!!
É, nossos queridos e respeitados governantes nos âmbitos Federal , Estadual e Municipal bem que poderiam tomar umas aulinhas de respeito, cidadania e conhecimento, além de vergonha na cara, óbvio, com o governador Flávio Dino (PC do B), cujo Estado possui todas razões para falar asneiras e agir como qualquer político brasileiro, tem demonstrado sapiência e respeito a seus eleitores. Que inveja dos maranhenses!
Nas próximas eleições, com certeza, os picatchus / pinóquios da vida virão com mentiras sobre a educação novamente, apresentando índices e uma matemática que só existe para eles para enganar os mais desinformados, inclusive depois das eleições, como sempre, fazem de conta que não têm nada a ver com ela e que seus profissionais se lixem.