Profissionais ligados ao Centro do Professorado Paulista conseguiram reverter decisão
Professores, supervisores e diretores de escolas estaduais associados ao CPP (Centro do Professorado Paulista) poderão fazer a prova do Programa de Valorização pelo Mérito, que contempla os profissionasi com aumento de até 10,5% nos salários.
A decisão da 14ª Vara da Fazenda Pública reverte a contagem da Secretaria Estadual de Educação, que barrou os profissionais com faltas abonadas, além de licença-saúde e licença-prêmio. Cerca de 30 mil profissionais serão beneficiados, ainda se segundo o CPP.
Orientação/Dessa forma os associados do CPP que se encontrem nessa situação, deverão aguardar a confirmação do deferimento de sua inscrição por parte da coordenadoria de gestão de Recursos Humanos – CGRH – da Secretaria da Educação.
Segue o comunicado da SE: “Para que as inscrições sejam aceitas, a Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos – CGRH da Secretaria da Educação – fará as alterações necessárias no Sistema da Educação e entrará em contato com os servidores por meio de comunicação eletrônica, não havendo providências a ser adotadas por parte do associado.”
A avaliação acontece nos dias 24 e 31 de agosto com cerca de 50 mil profissionais em todo o estado de São Paulo – 47,9 mil docentes e 1,5 mil diretores, além de supervisores de ensino e coordenadores que também serão avaliados por mérito – segundo estimativa da Secretaria Estadual de Educação.
Não há uma posição sobre os profissionais com problemas na contabilização de pontos que não são associados ao Centro do Professorado Paulista. A secretaria diz que, para se posicionar, a PGE (Procuradoria Geral do Estado) deve ser notificada primeiro. A procuradoria informou que ainda não tomou conhecimento oficial da decisão da Justiça.
Prova/Podem participar professores de toda a rede estadual (educação básica I II), diretores de escola, assistente de diretor, supervisores de ensino e coordenadores pedagógicos efetivos ou estáveis.
Para fazer o teste, os profissionais precisam ter cumprido um intervalo mínimo de três anos no cargo, somar 1.728 pontos de presença e estar na mesma unidade de ensino por, no mínimo, 876 dias.
A avaliação acontecerá em duas partes: a primeira será objetiva, composta por 60 questões de múltipla escolha, com cinco alternativas, que abordarão a formação para as classes de suporte pedagógico; e a segunda etapa terá diversas questões dissertativas com os mesmos temas. Além a capital, a prova ocorre também em cidades do interior.
Secom/CPP – com matéria especial para o Diário de São Paulo do jornalista Fernando Barbosa – publicada nesta sexta-feira (15).
