O motivo foi o rompimento dos serviços prestados pela empresa Prol Alimentação, que, segundo a Secretaria Municipal da Educação, “comunicou decisão unilateral” na sexta-feira (6). “Sem apresentar as certidões de quitação de impostos, a empresa ficou impossibilitada de receber as faturas emitidas contra a Secretaria Municipal de Educação”, disse nota da Prefeitura. O G1 não localizou representantes da empresa. Para resolver o problema, um contrato emergencial com nova empresa fornecedora de alimentos foi assinado, de acordo com a Prefeitura. Ao todo, 103 escolas municipais da região serão atendidas.

 

As netas de Maria de Fátima Lima de Brito voltaram para casa depois de irem à Escola Municipal de Educação Infantil Célia Regina Lekevicius Consolin, no Parque Novo Mundo. “As aulas foram suspensas hoje pela manhã. Não teve aula para ninguém, disseram que era por tempo indeterminado”, afirmou ao G1 Maria de Fátima, que leva as netas de 12 e 6 anos à escola. A secretária Gismara da Silva Baptista teve de voltar para casa com o filho de 4 anos depois de levá-lo à Emei Edu Chaves Aviador, no Parque Edu Chaves. “A diretora e a coordenadora estavam no portão avisando que não tinha merenda”, afirmou. “Tive de falar com meu chefe e trazer ele para o meu trabalho”, disse Gismara, que trabalha em uma empresa que faz adereços para o carnaval.

Fonte: G1