
O STF (Supremo Tribunal Federal) definiu nesta semana um calendário da pauta de votações do plenário para o primeiro semestre de 2019. A corte entrou em recesso e só retorna ao trabalho em 31 de janeiro do ano que vem.
Os três recursos extraordinários que discutem o direito à revisão geral anual dos salários dos servidores públicos estão na pauta do dia 13 de junho. Um dos processos discute o direito à data-base e à revisão anual dos salários. Em outro, a cobrança é por indenização dos servidores estaduais de São Paulo por falta de reajuste anual. O caso teve repercussão geral reconhecida e o entendimento valerá para todas as ações sobre o tema.
Segundo o Supremo, o presidente da Corte, Dias Toffoli, procurou agrupar temas correlatos para análise nas mesmas sessões.
Fonte: Agora São Paulo

Só rindo,pois chorar não dá mais.Não vejo funcionário público da educação ganhar uma é só paulada,estou totalmente descrente.
Muita falta de respeito!
,O funcionalismo que espere, pois a magistratura já garantiu o seu.
Estamos a mercê de pessoas que se consideram superiores e esquecem que só chegaram onde estão porque passaram pelas zelosas mãos de professoras e professores.
E pensar que o cretino de márcio frança nos enganou mais uma vez. Não a mim, pois eu já sabia de seu cafagestismo: prometeu, através de seu menino-de-recados, haddad, que iria nos pagar em 03 (três) vezes o valor devido, estabelecendo a primeira parcela para jan/2019. Como bom político que é, em final de carreira de governador, que conseguiu graças a ser vice e ao ter seu chefe (alquinóquio) pediu exoneração para concorrer à Presidência. Confesso que nada mais espero da Educação. Estou profundamente desiludido desta área. Não me vejo mais como educador, visto que sou, sistematica e diuturnamente, violentado e desreseitado. Convém lembrar que somos credores do reajuste desde jan/2017. Ou, em outras palavras, há quase dois anos estamos sendo violentados em nosso lídimo direito. E pensar que os membros do stf ganharam o reajusto de 16%, imoral e sórdido, sem fazer alarde, barulho, e na surdina. Meu questionamento: o que é mais importante para o país: senhores togados e idiotizados, ou Educadores que arregaçam as mangas e vãos às periferias das cidades levar a luz e a Civilização para os mais necessitados? Por esse motivo, em final de carreira, arrependo-me, PROFUNDAMENTE, de ter escolhido essa profissão. Ela só nos cobra, mas quando somos nós que cobramos nossos lídimos direitos, ela nos vira a cara e zomba de nós. Pobres futuros professores que escolherão essa mísera carreira!!! Professor Mario Bagascio