O Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou que conseguiu reduzir custos nas construções de arenas. Como exemplo, citou que convenceu a Federação Internacional de Natação (Fina) de que não era necessário construir um teto no Maria Lenk. No Parque Aquático, afirmou que retirar as colunas que atrapalham a visão do público teria um custo de R$ 50 milhões.
 

Não foi simples chegar até aqui, com essas crises todas. O Brasil está há dois anos em uma crise política e econômica. Entregar tudo no prazo foi fruto de um grande esforço. Não somos tão ruins assim. Este é um país muito especial, apesar de todas as picaretagens, todos os defeitos, todas as ilegalidades. Tenho muito orgulho do meu país e da minha cidade. A Olimpíada não vai resolver todos os problemas da cidade do Rio. Nem era essa a proposta. Eu traria a Olimpíada de novo, mais três vezes. O Rio introduziu a fórceps, um modelo mais barato. Você não tem nada aqui absurdo. As arenas Cariocas 1, 2 e 3 não têm um centavo de dinheiro público. “O Parque Aquático é um alçapão da natação, mas é todo simples, os banheiros são super simples. Não tem sofisticação na Olimpíada do Rio”, afirmou o prefeito.
 

Eduardo Paes disse ainda que os gastos com a Olimpíada não impediram a Prefeitura de investir em outras áreas, e citou ações no transporte, na saúde e na educação.
 

As pessoas estão andando de BRT, se locomovendo melhor pela cidade. Anda pelo Centro, pela zona portuária. A Transolímpica liga Deodoro, a Zona Oeste. A cidade do Rio tinha 15 km de túneis. Nós fizemos 16 km de túneis em oito anos. A cidade já ganhou com isso. Temos capacidade de investimento, de endividamento, pagamos nossos servidores em dia. A Olimpíada não parou a cidade do Rio de Janeiro. Em nada, afetou. A Prefeitura fez 305 escolas, as unidades de saúde dobraram nesse período.
 

Fonte: SporTV