
Capital e interior do estado têm mudanças na rotina das redes de ensino
A paralisação dos caminhoneiros por todo o Brasil chegou ao 4º dia nesta sexta-feira (25). O movimento, que ainda sem previsão de término, por conflitos em negociações com o governo federal, tem se refletido em diversos serviços essenciais, o que inclui a Educação.
A Prefeitura de São Paulo divulgou hoje que as aulas foram mantidas em toda a Rede Municipal, mas que o transporte escolar foi afetado. Houve manifestações de vans do Transporte Escolar Gratuito, especialmente na região Sul da cidade. A merenda escolar foi garantida nesta sexta, mas, caso o movimento continue, poderá haver adaptações no cardápio servido aos estudantes a partir de segunda-feira (28). O prefeito Bruno Covas decretou estado de emergência em toda a capital.
As aulas foram suspensas em Taubaté, Jacareí, Pindamonhangaba, Caçapava, Cachoeira Paulista e Cruzeiro nesta sexta-feira em todas as unidades das redes municipais. A retomada será condicionada aos desdobramentos da paralisação.
Algumas universidades suspenderam aulas em Campinas, Piracicaba, Americana e Jundiaí.

Como ficam as escolas estaduais? Não há como abastecer, a hora que acabar o tanque não há como se deslocar.
Estou sem combustível para chegar à escola, trabalho em local de risco social e o transporte público deixa a 1km da escola, o que fazer???