
Em ato realizado em São Paulo pelo Dia Internacional da Mulher, nesta quarta-feira (8), professores das redes estadual e municipal de educação anunciaram participação na greve geral marcada para o dia 15 (próxima quarta-feira). O movimento é convocado pela CNTE (Confederação Nacional de Trabalhadores de Educação) e tem como objetivo principal posição contrária à reforma da Previdência Social, proposta pelo governo Temer.
De acordo com participantes do movimento do dia 8, houve adesão à marcha das mulheres porque a maioria dos profissionais da educação é mulher, ou seja, elas serão as mais prejudicadas pela reforma da previdência, que tende a aumentar o tempo de contribuição e diminuir a idade mínima para se aposentar.
No dia 21, os profissionais devem se reunir em assembleia para definir os rumos da mobilização.
Fonte: Uol Educação

Dia 21…? Todos vão parar dia 15…!
E qual a posição do CPP em relação a participação no movimento?
Essa greve deveria ter acontecido em novembro do ano passado atrapalhando o final do ano letivo (dor de cabeça para o governo) e ao mesmo tempo boicotando o adorado SARESP que tanto idolatram. Esse ano deveria ter iniciado no dia 01 de fevereiro, ou seja, o ano letivo nem começaria, isso sim, realmente incomodaria o governo estadual e ele nos atenderia nossas reivindicações mais rápido. Já no mês de março, acredito que ele nos dobrará pela paciência até o movimento perder força e todos voltarem por necessidade.