
Ao contrário do governador João Doria (PSDB), favorável ao Escola sem Partido, projeto polêmico que busca limitar o que o professor pode falar na sala de aula como combate as supostas doutrinações de esquerda, o secretário de Educação do estado de São Paulo, Rossieli Soares Silva, não vê necessidade da medida.
“Não pode haver doutrinação, nesse sentido estamos buscando a mesma coisa, mas entendo não ser necessário uma lei para regular isso. Se há conflito, a escola precisa ser o primeiro lugar para resolver”, afirma.
“Mas a discussão é que precisamos colocar o foco na aprendizagem. Se o aluno soube ler e interpretar um texto, terá condições de fazer suas críticas a um pensador de esquerda ou de direita.”
Silva era secretário de Educação Básica do MEC quando o governo retirou menções à gênero da Base Nacional Comum Curricular. Grupos religiosos e conservadores têm se mobilizado contra o que chamam pejorativamente de “ideologia de gênero” na educação. O termo nunca esteve na base e não é adotado por educadores. A abordagem de temas sobre identidade de gênero pode, segundo estudiosos, influenciar na discussão de problemas como violência contra a mulher, gravidez na adolescência e homofobia.
O tema é a principal bandeira do governo do presidente Bolsonaro (PSL).
Fonte: Folha de São Paulo

Como o jornal FSP é tendencioso, mostrando o quanto advoga e defende a ideologia esquerdista, marca registrada da “Folha de São Paulo”. Esse veículo de comunicação, como todo bom marxista-cultural, apoia e quer a implantação da “ideologia de gênero” em nossas escolas. Essa ideologia não é uma invenção da direita ou de grupos religiosos. É uma aberração advogada e propagada por uma tal de judith butler,americana, feminista, lésbica, defensora do aborto e do submundo da ideologia sexual. Para ela, “ninguém nasce mulher ou homem. Isso seria uma invenção da sociedade judaico-cristã. Nascemos com “gênero” e não “sexo”. Ora, diante desse disparate da lésbica, podemos “construir nossa identidade sexual (ops!!) de gênero, quando quisermos, mantendo nosso sexo ou sendo mulher-homem, mantendo relações homossexuais, pedófilas, com animais, etc, etc. Essa é a famosa “ideologia de gÊnero” que a esquerda, inclusive a fsp quer implantar em nossas escolas. Diante disso, espanta-me o novo secretário da educação, rossieli soares da silva, não combater essa aberração, tal qual João Dória. Confesso que esse indivíduo começou mal enquanto secretário da Educação.
Saí da apeoesp por ser um puxadinho do pt, psol .cut.mst………Enfim migrei para o cpp por sua postura mais conservadora , mas diante de algumas posturas do sindicato tenho dúvidas .Sou professor da rede estadual a 15 anos e também fui aluno da mesma iniciando meus estudos em 1973 , confesso ! Nunca ouvi falar de Ludovic Mises , pelo contrário marx, marx, ,marx,……, até hoje fazem menção desse que é o responsável pela cultura destrutiva marxista nas escolas onde o aluno pode tudo . Existe sim doutrinação esquerdista , estão querendo tapar o sol com a peneira . A escola virou um antro de loucos onde pode tudo , não há limites ; drógas , prostituição , incentivo ao homosexualismo . Políticos e sindicalistas só querem defender suas ideologias ,o fato é que somos nós professores quem sustentamos todo o sistema e ainda levamos porrada e muita sertralina .
Claro que tem que ter que levar em frente a ideia”escola sem partido” então o senhor governador do Estado de São Paulo está certíssimo tem que acabar com o rastro asqueiroso deixado pela esquerda de muitos anos tem que ser dedetizado,como pode secretário de educação ser contrário aos ideais tão necessário do governador Dória,essa não entendi!!!!!!