A regra de transição proposta pelo governo Bolsonaro para servidores na PEC da reforma da Previdência torna inválida a promessa feita pelo presidente de elevar as idades mínimas para 62 anos (homens) e 57 anos (mulheres) e deixar que futuros governos reavaliassem o caso.
 

Simulações mostram que, dentre os atuais servidores gerais que se aposentariam na próxima década, em só 1% dos casos, para homens, e 0,4% dos casos, para mulheres, será possível cumprir as regras aos 61 ou 56 anos, respectivamente. Chegar aos 62 anos é possível em 15% dos casos, para homens, e só em 8,5% dos casos mulheres cumprirão os requisitos aos 57 anos.
 

A intenção do presidente foi anunciada em entrevista em janeiro, um mês antes da entrega da reforma.
 

Fonte: Agora São Paulo