
Nesta terça-feira (6), o CPP esteve novamente na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para reivindicar 7% de reajuste salarial para todo o magistério. Dessa vez, o presidente José Maria Cancelliero e a primeira vice-presidente, Loretana Paolieri Pancera, participaram de reunião com o Colégio de Líderes. Outras entidades de classe também compareceram ao ato de pressão aos deputados, como a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos no Estado de São Paulo (FESSP-ESP).
O Projeto de Lei nº 1/2018, de autoria do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para reajuste salarial de servidores, distinguiu Professores de Educação Básica I e II de profissionais do Suporte Pedagógico, contemplados com apenas 3,5%. O texto recebeu mais de 40 emendas e segue em tramitação em regime de urgência, ainda sem previsão de votação em plenário.
“Estaremos mobilizados até que a distorção imposta pelo governador seja corrigida. Precisamos, inclusive, do apoio de cada profissional do magistério. Os professores devem estar unidos e com objetivo comum, que é o de convencer deputados a não aprovarem reajuste com distinção”, disse José Maria Cancelliero.
O CPP continua acompanhando o PL nº 1/2018 e defendendo reajuste digno para todos os professores.

Chega de Blá,Blá já estou arrasado., meu condomínio já quatriplicou de preço e o meu salário continua o mesmo de quatro anos atras.
ISTO É UMA VERGONHA, estamos em São Paulo e não numa cidadezinha do fundão do interior do Brasil.
Essa votação na Alesp já virou uma novela. A entidade fica marcando reuniões, a votação atrasa e aumento que é bom nada! Só que para aumentar o valor da nossa mensalidade não enrolam, é muito rápido. Por que não esperaram ao menos recebermos o aumento para ajustar nossa mensalidade?
7% de nada = nada. Ficamos na mesma.
Não passa de estratégia politica,o foco é não ir além dos 7%, por isso o drama de não estender em toda carreira. Note que a luta hoje é estender os 7% para toda carreira, é exatamente que os gênios da politica planejaram. Cade os 10,15%, acordem professores. Enquanto brigam por estender em toda carreira o governo ganha tempo. Dividir de forma discriminatória a classe foi proposital.
OS DEPUTADOS E SEUS LÍDERES PRECISAM SE CONSCIENTIZAR QUE NÃO ADIANTA SER SUBMISSOS AO EXECUTIVO, PORQUE FORAM ELEITOS PELO POVO.
E OS EDUCADORES SÃO FORMADORES DE OPINIÃO NA SOCIEDADE, PORQUE CONVIVEM COM MILHÕES DE ALUNOS E SEUS FAMILIARES. PORTANTO, UMA HORA A CASA CAI.
Mas a mensalidade aumentou….
Reajuste digno para os professores?7% não pode ser considerado reajuste digno.